Como precificar corretamente seus produtos nos marketplaces?

O mercado de marketplace é um dos que mais crescem no Brasil e estão, totalmente, na contra mão da crise. Isso porque, esse é um modelo de negócio que tende a ser rentável devido ao seu custo mais baixo.

Sabemos muito bem que o custo de manter uma loja física são extremamente altos, por isso, o investimento do momento é apostar no poder que essas plataformas oferecem ao seu negócio.

Só que, de imediato, nos deparamos com uma questão: a alta competitividade! Se destacar dentro de uma marketplace é uma ação bastante complexa, isso porque o volume de concorrentes que você tem dentro só aumenta a cada dia.

Aí você está se perguntando: Qual o melhor jeito de se destacar?

Bom, dentro de uma marketplace, onde seus concorrentes costumam trabalhar ou oferecer os mesmos tipos de produtos ou serviços, um dos pontos que te destacam é o preço da oferta.

Acredite, se você quer aumentar suas vendas e aparecer no buy box, aquele espaço dedicado a grandes destaques, será preciso ter um valor altamente competitivo.

E nesse ponto encontramos o grande problema de quem trabalha dessa forma: como precificar corretamente seus produtos nos marketplaces?

Como se manter competitivo?

Como ocupar o lugar de destaque e assim, aumentar o faturamento?

O blog do Mestre do Adwords vai te dar algumas dicas que irão te ajudar muito a entender e precificar corretamente seus produtos dentro de uma marketplaces!

Vem com a gente!

 

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1º Ponto – Entender como funciona a comissão da plataforma escolhida

Você já deve ter percebido que utilizar toda a estrutura de uma marketplace tem um custo, não é mesmo? Por mais que você não pague uma assinatura fixa, cada venda que você faz por intermédio dela, você paga uma taxa.

A variação de porcentagem varia muito de empresa, então é preciso ficar bem atento ao custo da que você está trabalhando. Senão, você pode ter prejuízo no valor final do faturamento.

Já pensou trabalhar o mês todo e pagar mais em comissão do que receber? Impossível, não é mesmo?

Ao escolher uma marketplace para trabalhar, busque informações sobre a forma com que ela cobra comissão. Algumas no mercado praticam preços fixos, outras tem uma diferente variante dependendo da categoria.

Essas informações precisam estar na sua mente sempre, pois elas interferem diretamente no valor que você aplicará ao produto.

Normalmente, os valores chegam a 20%. Até o momento, não encontramos nenhuma plataforma que passe disso. Caso você encontre, passe para nós que vamos adorar saber!

 

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2º Ponto – Entenda quem compra de você

Saber quem são as pessoas que vão comprar de você ajuda muito a definir o valor do produto e até mesmo, a criar ofertas atraentes para o seu negócio. Se você não souber ofertar, chamando a atenção, você não irá vender!

Faça um trabalho de pesquisa para conhecer muito bem seu público alvo e com isso, conseguir trabalhar produtos dos quais eles tenham interesse, assim suas conversões vão subir consideravelmente.

Se você não conseguir encontrar adequadamente as personas de seu negócio, sua segmentação estará errada e com isso, você irá vender pouco, afinal está oferecendo seus produtos ou serviços para o público errado, entende?

Não adianta, se você se apressar muito em vender e não for buscar essa informação, as conversões não irão acontecer. Basta se colocar no lugar de seu público alvo: você vai comprar algo que não tem interesse? Obvio que não!

3º Ponto –  Olhe o que sua concorrência está fazendo

Você não pode achar que o produto tem um preço bacana e competitivo, apenas por “achar”, entende? É preciso uma análise profunda de mercado para entender quais são os preços praticados no mercado, quem são os líderes em seu segmento e quais são as vantagens de compra que eles oferecem e acabam vendendo mais.

Por vezes, você notará que nem é tão o preço que influência e sim: a rapidez de entrega, a qualidade do atendimento, a garantia estendido ou outros itens que na visão do público são vantagens e diferencias de compra.

O primeiro passo é identificar quem são os líderes de mercado. Encontrando isso, comece a entender qual a sua estratégia de venda. Depois disso, procure entender quanto o seu público alvo está disposto a pagar pelo seu produto ou serviço.

Uma boa dica é tentar sempre colocar o valor da mercadoria abaixo de sua concorrência, isso aumenta as chances de ficar na página de destaque.

Aqui cabe outra questão: o posicionamento de sua marca. Se o público não tiver confiança em você, por mais baixo que seja, ele não irá comprar.

Sabe aquelas lojas que anunciam no Google Shopping, mas você nunca ouviu falar e até desconfia do preço baixo? Então, essa desconfiança é prejudicial e não converte!

Quando você olha um produto que costuma ter um preço médio praticado com um valor muito baixo, acabamos encarando como golpe e não compramos mesmo.

Então, o que você precisa fazer é trabalhar com um preço um pouco mais baixo que o mercado e ao mesmo tempo, trabalhar sua autoridade, isso lhe ajudará a vender mais!

 

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4º Ponto –  Fique de olho em seus estoque

Ficar sempre atento ao volume dos estoques parece algo muito básico, no entanto muitos acabam não dando valor a isso e acabam perdendo dinheiro.

Avalie a quantidade de produtos que você tem parado e queime o estoque com uma margem de lucro menor. Aproveite esses momentos para mostrar que você é uma marca de confiança, que cumpre prazo, entrega qualidade e mesmo assim tem um custo mais baixo!

Agora, se você tem em seu estoque um produto de alta procura e que poucas marcas tem, aumente sua margem de lucro! Afinal, você é um dos poucos que tem o produto, não é mesmo?

Ficou alguma dúvida sobre o assunto? Manda pra gente!

Sucesso!

4 comportamentos que te levam a falência

Você conhece algum empreendedor que não tem medo da palavra falência? É praticamente impossível, para quem tem seu próprio negócio, não sentir calafrios ao ouvir esse termo. Isso porque, não apenas sua empresa está em jogo, mas o sonho de uma vida.

O que talvez você não saiba é que as consequências de uma falência, nem sempre está diretamente ligada ao mercado que não anda muito bem. Isso porque, existem, comprovadamente, alguns comportamentos que te levam a falência muito mais rápido do que você pode imaginar.

Você tem ideia de quais são eles?

Será que você pratica algum?

Por vezes, não é nada muito grave… Uma imagem errado, uma forma de se portar diante das pessoas, a forma com que você entrega valor ou que as pessoas enxergam sua empresa. Enfim, são aquelas pequenas atitudes que geram grandes consequência, sabe?

Se você está com medo de estar fazendo algo errado, pode começar a ficar tranquilo. O Mestre do Adwords veio aqui para isso hoje! Nós vamos te dizer e comentar quais são os 4 comportamentos que te levam a falência.

Você irá aprender e nunca mais cometerá erros que podem prejudicar a saúde de seus negócios. Só precisamos de sua total atenção, tudo bem?

Estão preparados para começar?

 

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Comportamento 1 – Achar que apenas a marca deve ser valorizada

Sabemos que alguns empreendedores não gostam de aparecer mais que suas marcas, ou melhor, não querem ter a sua imagem pessoal associada com a da marca. No entanto, tratar seu cliente de uma forma distante, faz com que ele compre de seu concorrente na primeira oportunidade que ele tiver.

Saiba que adotar uma postura mais pessoa, com uma aproximação e um canal de comunicação aberto irá lhe gerar lucros muitos mais interesses. As pessoas, de uma maneira geral, gostam de ouvir histórias, experiências e isso não pode ser feito de marca para cliente.

Para que isso de desenvolva de uma maneira mais fiel, só em um bate papo de pessoa para pessoa, entende?

Tá, mas se mesmo assim você me diz que não quer parecer. Será que é falência na certa?

Bom, ai você terá que utilizar sua criatividade para desenvolver um tipo de linguagem e abordagem que converse de igual para igual com seu público. Sabe da forma com que a Coca Cola faz isso? Trazendo seu público para muito perto e fazendo com que todos sintam-se em casa? Pois então, você terá que descobrir um jeito de fazer parecido.

Por mais que você julgue isso extremamente complexo não muito o que fazer. Isso porque se uma marca se colocada em um patamar diferente de seu clientes, ocorre um distanciamento e as coisas não fluem.

 

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Comportamento 2 – Julgar que o público valoriza muito a qualidade

Você pode estar achando muito estranho o que a gente falando isso não é mesmo? Mas nem sempre só a qualidade irá definir o interesse de compra por parte do seu público alvo e isso afetará diretamente as suas vendas.

Por exemplo, vamos supor que o que você está oferecendo tem uma ótima qualidade, no entanto a opinião da marca e os valores que ela defende estão muito longe dos ideias para o seu público.

É igual querer vender uma casaco de pele para pessoas que são 100% veganas, ou seja, não consomem nenhum tipo de produto de origem animal. Seu caso de pele pode ser caríssimo, da melhor qualidade do mundo e mesmo assim, você não vai vender nenhuma pela.

Preocupe-se em ter um posicionamento bastante definido, pois dessa forma pessoas que tem afinidade com você irão se interessar pelo que você está oferecendo. Isso chama-se identificação com a marca.

É exatamente por essa identificação que a Apple atrai milhares de pessoas de todos os cantos do mundo para o lançamento de seus produtos, principalmente, dos novos Iphones. Essas pessoas são tão apaixonadas pela marca que não ligam de passar horas e horas em uma fila esperando a loja abrir.

Encontre sintonia com o seu público nos principais canais de comunicação. Faça isso, principalmente nas redes sociais onde todos estão muito mais abertos e receptivos. Então, encontre a maneira certa de se comunicar e aproveite os hypes do momento para ganhar visibilidade.

 

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# Comportamento 3 – Querer fazer tudo e não entregar nada corretamente

Um dos principais comportamentos que te levam a falência é tentar fazer diversas atividades e não conseguir entregar nenhuma com qualidade. Isso é muito comum no universo dos negócios, pois achamos que se fizermos um pouco de cada, alguma coisa vai dar frutos.

Isso não funciona tão bem na prática!

Tente focar o seu negócio no segmento que você escolheu. Existem empreendedores que querem ter um e-commerce de roupas. Daqui alguns meses, porque as vendas não andam bem, começam a vender vinhos e produtos pet!

O grande segredo do sucesso é ser visto como uma referência no ramo em que atua, dessa forma você conseguirá mostrar que tudo o que você apresenta é realmente bom!

# Comportamento 4 – Adquirir conhecimento de deixar apenas para o teórico

Sabe aquelas pessoas que vivem estudando, fazendo cursos e nunca colocam nada em prática? No teórico elas tem muito conhecimento, porém na hora de executar deixam a desejar.

Não deixe seu negócio quebrar por não ter a atitude de colocar as coisas em prática!

Adquirir conhecimento é muito importante, porém sempre se cobre para colocar em prática seu conhecimento. Será através dessa atitude que você conseguirá se desenvolver e crescer ainda mais!

Fique atendo e não tenha esse comportamento!

Qual tamanho e número de artigos ideais para postar no meu blog? (Desvendado)

Se não as dúvidas mais presentes quanto trata-se de marketing de conteúdo, é uma das que mais permeiam a cabeça de quem está frente à frente com a estratégia, ao menos, nos primeiros momentos.

É claro que marketing de conteúdo não é, simplesmente, artigos para blogs e sites. Pelo contrário, trata-se de algo muito mais completo. Só que quando chega nessa fase, a de oferecer ou produzir artigos, quase todo mundo trava.

As perguntas que mais aparecem são:

  • “Qual o tamanho ideal que um artigo do meu site deve ter para atrair resultados positivos?”.
  • Quantos artigos por dia eu devo postar no meu blog?”.

É sim dúvidas coerentes. Mas precisamos te alertar que não haverá uma resposta padrão.

Mais uma vez, você precisa saber que o marketing digital não é uma ciência exata. Quase sempre, não será uma só fórmula que resolverá o “x” da questão.

As estratégias que são aplicadas nesse setor baseiam-se muito no comportamento humano, sobretudo, aquelas que trazem retornos expressivos.

E você já sabe que o comportamento humano é variável! Ainda bem.

As pessoas, de forma geral, têm suas preferências, seus desejos, sonhos, dores e, geralmente, são essas coisas que geram as ações que resultarão em consumo.

O desejo de consumir pode ser despertado via gatilhos usados em estratégias de marketing, como o de conteúdo. Só que para isso, é necessário que você personalize suas estratégias de acordo com o público que almeja atrair.

Esse é exatamente o ponto. O “X” da questão.  Hoje, nós, do Mestre do Adwords, falaremos sobre especificamente o marketing de conteúdo voltado aos artigos.

E lhe daremos alguns caminhos para descobrir exatamente qual o tamanho e número de artigos ideais para postar no seu blog.

Sim! Nós iremos desvendar o segredo dessas dúvidas tão recorrentes.

Vem com a gente.

 

 

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A grande oferta de informação

Talvez você não tenha parado para pensar nisso, mas atualmente, nós vivemos em um mundo com grande oferta de informação.

O crescimento da internet é uma das grandes culpadas por isso. A facilidade de disponibilizar conteúdos na rede fez com as pessoas mudassem um pouco o seu comportamento na hora de consumi-las.

Como recebemos bilhões de dados a cada hora, passamos a selecionar o que queremos ver/ler. Caso contrário, ficaríamos loucos.

Tente ler tudo o que você recebe, tudo que lhe é oferecido, sem selecionar nada, por, apenas, um dia, e veja que isso se tornará um tormento. Você vai estar envolvido por sofrimento.

É claro que ninguém quer sofrer. Certo? Esse é um dos motivos pelo qual selecionamos, fugir da dor. Mas também procuramos economizar tempo, algo tão escasso atualmente, que ao sentir que estamos perdendo-o, sofremos.

Há estudos que indicam que as pessoas nem leem mais todo um conteúdo, palavra por palavra. Fazem, apenas, uma leitura visual. Buscando os pontos que são de seu interesse.

Você pode estar se perguntado agora:

  • “Porque eles estão falando sobre isso?”.

A resposta é simples e está na primeira parte desse conteúdo. O meio e o comportamento humano influenciam literalmente o funcionamento da sua estratégia. Nesse caso, estamos falando sobre artigos.

Você precisa ter em mente que o volume de conteúdos disponibilizados dessa forma é cada vez maior e isso deve pesar na sua balança, na hora de definir quantos e como você vai oferecer o seu material.

Vamos em frente…

 

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Afinal, qual o número de artigos ideal para postar no meu blog?

Como lhe dissemos, não há uma resposta exata para tal questão, principalmente, por não conhecermos o seu blog especificamente.

Só que por outro lado, nós temos algumas dicas que vai te ajudar, sem dúvidas, a estabelecer esse número de forma ideal.

A primeira coisa que você deve considerar para responder essa pergunta é que qualidade é mais importante que quantidade nesse nicho.

Independente dos temas dos seus artigos e do público alvo que pretende atingir, você deve se preocupar sempre em entregar relevância, valor.

Então, é preferível oferecer um artigo relevante por dia, do que 4 de baixo valor. Guarde isso!

Responsa à você mesmo:

  • “Qual é o número máximo de artigos relevantes que eu consigo produzir e postar diariamente?”.

Ao chegar nesse número, você tem a resposta que procurava.

Você tem um negócio que conta com uma equipe capaz de produzir centenas de artigos diários?

Então sua métrica pode ser diferente nesse caso. Estude seu nicho e seu público alvo para descobrir os principais temas que geram interesse.

Por exemplo:

  • Vamos imaginar que você tem um blog sobre alimentação. Supostamente, você atrairia o público que busca receitas de bolo, mas também quem queira fazer dieta e por isso busca opções de alimentação saudável.
  • Nesse caso, seria possível entregar diversos artigos relevantes todos os dias. Já que o foco do seu site é abrangente “alimentação”.

Agora…

  • Imagine que o seu blog fale somente sobre alimentação LowCarb.
  • Ainda há a possibilidade de oferecer mais de um conteúdo relevante por dia, mas, talvez, não por muito tempo.
  • Nesse caso, se você conseguir oferecer um artigo relevante, de muito valor, por dia, muito provavelmente seria o suficiente para manter seu tráfego bem alimentado e satisfeito.

A lição que você deve tirar desse exemplo é: Se o seu negócio trata de um assunto mais restrito, tenha maior cuidado com relação a frequência da oferta de artigos.

Entenda que os seus artigos precisam ter finalidade de gerar valor, no sentido de ajudar o seu tráfego, potencial consumidor a solucionar possíveis dores.

Então, considere em primeira instância, quais são as reais necessidades do seu alvo e a partir disso verifique quantos artigos você deve oferecer à ele como forma de mostrar soluções efetivas.

Não cometa o erro de pensar que o seu blog foi feito para falar exclusivamente sobre o seu negócio e você. Para isso, seu site institucional pode cumprir bem o papel.

 

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Qual o tamanho ideal dos artigos para meu blog?

Lembra que no início te falamos sobre a seleção de informação. Da dor causada pela sensação de estar perdendo tempo?

Isso é muito importante considerar na hora de definir o tamanho ideal dos artigos para o seu blog.

Óbvio! Geralmente, artigos muito pequenos, com menos de 500 palavras, tendem a ser rasos e, portanto agregam pouco valor.

Por outro lado, textos de 5 mil palavras cansam o leitor e ele desiste, pois está perdendo tempo demais.

O ideal, nesse caso, é mais uma vez olhar para o comportamento e a necessidade do seu leitor.

Dependendo do nicho, pode ser que artigos de 2 mil palavras sejam pequenos, pela densidade do assunto. Outros, 500 palavras são o suficiente para comunicar e informar com qualidade o seu tráfego.

Claro, também é necessário estudar qual linguagem utilizar, como se posicionar e apresentar o conteúdo. Afinal, há diversas maneiras de abordar um mesmo assunto.

E no final, muitas vezes, em um mundo com grande oferta de informação, se subtrai mais como você diz, do que o que você está dizendo.

De modo geral, você deve ofertar algo de interesse, que não tenha ruídos na comunicação e que, sobretudo, convide o leitor à reflexão. Além, é claro, de suprir a necessidade dele.

Na dúvida, sobre tamanho e quantidade, realize testes e pense na qualidade da experiência que o seu artigo trará ao usuário.

Por hoje é só! Dúvidas? Escreva para nós!

Desejamos-lhe sucesso sempre, a gente se vê.

Forte Abraço.

Será que as redes sociais influenciam no SEO?

Quem trabalha com marketing digital vive tentando entender como funciona o algorítimo do Google, não é mesmo?

A grande questão aqui é que tudo relacionamento ao ranqueamento do Google é bastante abstrato, uma vez que, nem a própria empresa abre o jogo totalmente, fazendo com que profissionais da área tenham que testar funções e funcionalidades.

Mas será que as redes sociais influenciam no SEO? Será que elas são capazes de alterar algum tipo de resultado e melhorar a posição de seu site?

São dúvidas como essa que o blog do Mestre do Adwords vai esclarecer para você! Fomos em busca de informações precisas para que consigamos decifrar todas essas questões.

Preparados para começar?

 

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O que o mercado diz sobre o assunto?

Apesar de os engenheiros do Google afirmarem categoricamente que as redes sociais são influenciam em nada no posicionamento orgânico, os profissionais de marketing digital não acreditam muito nisso.

Na verdade, as pesquisas em torno do assunto estão cada vez mais relacionadas e apresentam números que acabam ligando o alerta de todos. Sendo assim, por mais que o Google se posicione sobre o assunto, continuamos acredita que indiretamente as redes sociais influenciam no SEO.

Só que é preciso analisar essa questão visualizando o SEO e não apenas as interações em redes sociais. Sabe por que?

Realmente, curtidas e compartilhamentos são devem ser um fator de ranqueamento. No entanto, os backlinks que são gerados por indicações, marcações e até citações geram autoridade e com isso, relevância.

Entenda que estamos falando de fatores que podem estar relacionados entre si e que no conjunto, impulsionam seu site para cima. Não é válido considerar esse quesito como um fator de ranqueamento, mas se está dando certo, não custa testar, não é mesmo?

 

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Opinião do Google sobre o assunto

O Google insiste em se posicionar de forma neutra sobre o assunto. Na verdade, em 2010, Matt Cutts do Google, soltou um vídeo na web onde garantia que as redes sociais eram apenas uma fonte de tráfego e não tinham qualquer relação com posicionamento. Na época, esse vídeo dividiu opiniões, pois muito julgaram que a informação foi dada para desmotivar o uso do Facebook, por exemplo.

Isso logo caiu por terra e a força das redes sociais ganharam o mundo!

Questionou-se, na época, o que impediria o Google, uma grande empresa, de indexar conteúdos das redes sociais. Eles apresentaram 3 motivos muito interessantes de serem analisados:

  1. O primeiro motivo é que todo o conteúdo da rede social pode ser editado ou excluído com uma rapidez gigantesca, inclusive pelo mobile. Isso faria com que os robots não acompanhem tantas modificações e ficassem para trás nas atualizações;
  2. A quantidade de conteúdo publicada diariamente também é um favor que impede. Por mais que seja falado que os sites precisam de atualizações constantes, não dá para comparar a quantidade de conteúdo gerado por milhões de usuários, em todos os cantos do mundo a cada segundo, concorda? É uma quantidade inimaginável!
  3. Por fim, as publicações em redes sociais podem ser restritas, ou seja, a política de privacidade de muitos perfis iriam impedir que aquele material fosse indexado.

Então, podemos concluir que por si só, as redes sociais não influenciam no SEO. Não adianta querer ter milhares de seguidores e achar que apenas isso pode te posicionar melhor.

O que realmente fará a diferença é a qualidade desses seguidores que poderão gerar backlinks e tráfego qualificado. Isso sim, poderá te trazer maiores conversões e resultados. Mas não pelos números, e sim pela autoridade que eles podem te proporcionar, compreende?

 

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Como as redes sociais influenciam no SEO?

Talvez, você esteja completamente confuso sobre o assunto, afinal nós já falamos que não influenciam, mas que indiretamente pode influenciar, e agora?

Calma! A verdade é que ninguém nunca saberá a verdade sobre isso. O que fazemos por aqui é testar e ver até onde conseguimos conquistar resultados positivos.

Ninguém nunca saberá com 100% de certeza como funciona o mecanismo de ranqueamento do Google, isso porque nunca será revelado.

O que temos a plena certeza é que, atualmente, as redes sociais tem um poder muito grande e que uma marca que não se preocupa com seu uso, acaba ficando para trás. Você precisa fazer-se presente nesses locais, pois ali está concentrado uma boa parcela dos usuários todos os dias.

Você deve se perguntar como você pode utilizar as redes sociais para isso, não é mesmo? Temos algumas dicas rápidas que podem te ajudar:

  1. Posicionamento de marca: Se o usuário sempre te vê por ali, relacionado a um produto ou serviço, ele passa a entender que você é referência no assunto. Então, busque formas de se relacionar com seus seguidores com conteúdo de qualidade, interações e o que for preciso para manter esse importante canal de comunicação sempre ativo;
  2. Aproveite a visibilidade: As redes sociais podem te levar a um patamar que você nunca antes imaginou. Faça um bom trabalho, aposte em estratégias criativas e veja como você ganhará visibilidade rapidamente. Como os botões de compartilhamento e comentários são muito fáceis de serem usados, os usuários não pensam duas vezes em clicar se gostarem do que estão vendo;
  3. Integre site com redes sociais: Aqui é uma sacada daquelas! Você precisa fazer com que suas redes sociais sejam uma extensão de seu site e vice versa. Isso faz com que todos fiquem conectados em ambos os locais e com isso, gere tráfego qualificado. Essa dica é muito importante, principalmente, se você trabalha com vendas e precisa levar o usuário da rede social para uma página de compra.

Enfim, esse assunto será sempre muito debatido e discutido, então vale sempre a pena fica ligado nas novidades do mercado!

Ficou com alguma dúvida? Ou quer deixar sua opinião sobre o assunto?

Fique à vontade! Queremos te ouvir!

5 Planejadores de Palavra-Chave Para Potencializar Sua Estratégia

Você deve saber que no marketing digital as palavras-chave são de extrema importância. Certo?

Seja em uma estratégia de conteúdo ou dentro de um planejamento de anúncios de links patrocinados, elas são e sempre serão as protagonistas.

O ponto é que os termos escolhidos têm o poder de influenciar fortemente os seus resultados, inclusive, o caminho que a sua estratégia irá trilhar.

Por isso é muito importante saber escolher as palavras-chave certas.

Talvez, você não saiba ainda, mas o setor já tem boas opções de planejadores para te ajudar a fazer essas escolhas o mais corretamente possível.

Hoje, nós, do Mestre do Adwords, vamos lhe apresentar 5 planejadores de palavra-chave para potencializar sua estratégia.

De modo geral, eles te ajudarão de forma mais ágil a identificar oportunidades de termos, variações, as palavras-chave mais utilizadas por seus concorrentes, além de te entregar informações úteis sobre o nível de concorrência, relevância e, até mesmo, efetividade nas campanhas em que estão presentes.

Esses planejadores faz o duro trabalho de reunir informações importantes sobre como o potencial consumidor expressa textualmente os seus interesses por uma determinada área.

Ou seja, como ele procura por um produto/serviço, quais palavras-chave utiliza ao perguntar para o Google, por exemplo.

Se você está prestes a criar uma nova estratégia de marketing digital e não sabe para qual ferramenta recorrer quanto à análise e escolha de palavras-chave, vem com a gente!

Aqui você conhecerá 5 planejadores de palavra-chave e, certamente, pelo menos um se encaixará nas suas necessidades.

 

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1 – Google Keyword Planner

É claro que não poderíamos começar um conteúdo como esse sem falar de um dos planejadores de palavras-chave mais conhecidos do mercado.

Sim! O Google Keyword Planner oferece excelentes e completos recursos e cumpre bem a função ao qual se propõe.

Além de ser do Google, o que oferece uma segurança nos resultados sem igual e estar atrelado aos Adwords e ao buscador, ele é totalmente gratuito.

Com o Keyword Planner você pode buscar palavras-chave e encontrar sugestões de grupos de anúncios, termos relacionados, variações, volume de buscas, índice de concorrência e mais.

É possível também descobrir o volume de buscas por região e por período, o lance médio sugerido.

O grande ponto fraco da ferramenta é o fato do Google não lhe dar mais números exatos sobre o volume de buscas, por exemplo.

Há pouco tempo, houve uma mudança e a ferramenta passou a exibir um resultado estimado médio. Classificando o volume de buscas em uma faixa de resultados, como entre 100 mil – 1 mi buscas mensais, por exemplo.

Outra coisa que dificulta um pouco é o fato de não haver informações disponíveis sobre o desempenho das palavras-chave dos concorrentes.

 

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2 – Google Seach Console

Mais uma vez uma ferramenta do Google. Talvez você não esteja reconhecendo, mas é porque essa é o novo nome da Webmasters Tools.

Que muito provavelmente você usou e muito. Bem, o Search Console aparece aqui, basicamente, por ser uma ferramenta que expõe dados retirados diretamente do Google, o buscador mais poderoso do momento.

Diferente do primeiro planejador, essa ferramenta oferece um recurso mais específico. Que se localiza no menu “Search Analytics”.

Nessa opção, você consegue aplicar o filtro “Consultas” e realizar suas pesquisas de palavras-chave, encontrando quais são os termos que mais oferecem retorno positivo ao seu negócio.

Nesse “relatório”, a ferramenta te mostra o volume de cliques de cada termo, impressões, taxa de cliques, além de posicionamento no buscador. Também é possível visualizar um comparativo para descobrir se houve um período especial em que a palavra-chave teve melhor ou pior desenvolvimento.

O Google Search Console é totalmente gratuito. Trata-se de uma ferramenta diferente da Keyword Planner, mas pode te ajudar a entender o desempenho dos termos e, assim, refinar a sua estratégia. Mantendo o que está dando certo e excluindo o que só te traz custos.

 

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3 – SemRush

Muito provavelmente, esse é um dos melhores planejadores de palavra-chave presentes no mercado atual.

Com a atualização da Keyword Planner, muitos dizem que o SemRush é mais aperfeiçoada.

Muito famosa e vastamente atualizada, a plataforma oferece duas versões, uma free e outra mais completa, porém paga.

Dentre os recursos oferecidos estão a indicação do volume de buscas com números precisos, variações dos termos buscados, palavras-chave relacionadas, CPC médio, nível de competitividade da palavra-chave no mercado, tendência de buscas e mais.

Algo bastante útil é o recurso que lhe mostra quais são os sites e páginas que lideram o ranking orgânico para a palavra-chave que você tem interesse.

Ao contrário da ferramenta oficial do Google, o planejador de palavra-chave SemRush oferece a opção de verificar os resultados dos seus concorrentes.

Basta que você aponte qual o domínio quer analisar e uma sequência de dados interessantes surge à sua frente. Entre eles, a palavra-chave que mais traz resultados, backlinks e muitos outros.

O único ponto negativo nem é tão ruim assim. É que o acesso aos recursos na versão gratuita é bem limitado.

Por exemplo, há um limite de pesquisa por dia e também um número limitado de exibição de termos relacionados para a palavra-chave pesquisada.

O custo da versão completa é de mais ou menos C$100 dólares, podendo variar.

4 – Moz Keyword Explorer

Um produto da Moz SEO, amplamente utilizada no mercado digital, ela é uma ferramenta bem semelhante se comparada aos seus concorrentes.

Ela cumpre bem o papel com um sistema de pontuação geral, a mesma utilizada na plataforma principal da Moz.

Nessa plataforma você encontra dados como volume de buscas, concorrência para palavra-chave, incluindo dentro das buscas orgânicas, informações sobre desempenho de concorrentes e mais.

O interessante aqui e até o diferencial é o sistema de pontos. Que de 0 à 100 indica como a palavra-chave se posiciona dentro dos parâmetros de oportunidade e potencial no interesse do usuário, relacionando também a utilização dos concorrentes.

Você também poderá verificar a autoridade da página ou do domínio para determinada palavra-chave. Encontrando assim quais são os sites, blogs ou páginas que estão com as melhores posições no ranking dos buscadores para o termo em especial.

Assim como o SemRush, ela tem duas versões. A gratuita limita o uso bastante, sendo possível realizar, apenas 2 pesquisas por dia. Já a versão paga custa cerca de C$150 dólares mensais.

5 – KeywordTool.io

O grande diferencial desse planejador de palavra-chave é a sua fácil utilização. Intuitiva, a plataforma é bastante simplificada e de fácil entendimento até mesmo para quem é iniciante.

O recurso que chama atenção da ferramenta é o que funciona como uma extensão dos buscadores.

Por meio dele, você digita a palavra-chave em questão e ele te devolve termos relacionados, incluindo as long tails, tão utilizadas. Além do CPC médio, índice da concorrência e volume de busca.

Para quem não sabe, long tails são palavras-chave mais extensas, portanto mais diretas, segmentadas. Elas, geralmente, são indicadas por oferecer um maior potencial de conversão.

A KeywordTool.io, diferente das outras, ainda permite que você faça a busca do termo com referência à outros canais, como o Youtube, Loja de Aplicativos, Bing e mais. Há duas versões, a básica e a paga.

Por hoje é só! Esperamos ter lhe ajudado. Ficou com alguma dúvida? Então deixe sua pergunta nos comentários.

Forte Abraço.

Começando Sua Empresa? Saiba Como Investir em Adwords, Facebook e Outras Mídias

Em meu blog dou inúmeras dicas para pessoas que estão começando sua empresa e hoje trago para vocês um tema que pode fazer toda a diferença nesse início: a divulgação por meio do Adwords, Facebook e outras mídias.

Esses meios são eficientes porque levam a sua marca para onde o seu cliente está. Você pode criar campanhas segmentadas, ou seja, que irão atingir exatamente o tipo de pessoa que você deseja, levando em consideração interesses, sexo, idade, região, etc. Confira as dicas e comece a sua empresa como o pé direito.

Dicas de Adwords Para Iniciantes

O Adwords é o serviço de publicidade do Google. Nele, as empresas oferecem determinado valor por palavras-chave para que elas possam ser exibidas nas seções “anúncios” na parte superior dos resultados de pesquisa. As empresas só pagam por essa publicidade quando os usuários clicam em seu link. Esta forma de publicidade é conhecida como “Pay Per Click” ou PPC.

Para começar a investir em Adwords é importante contar com o suporte de um profissional, caso contrário você irá correr o risco de investir muito dinheiro e obter pouco retorno. Veja algumas dicas para entender melhor como ele funciona:

 

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Dica 1: Selecione suas palavras-chave com cuidado. Garantir que você está selecionando as palavras corretas para o seu anúncio exibir aumentará suas chances de obter o tipo certo de cliente para o seu site e aumentar o retorno sobre o seu investimento. Se você escolher as palavras-chave erradas, seu anúncio pode aparecer em resultados que não são relevantes e, portanto, não atrair o seu público-alvo.

Dica 2: Use palavras-chave dentro do texto do seu anúncio. Elas serão exibidas em negrito nos resultados de pesquisa para que seu anúncio tenha mais chances de ser visto e transmita ao usuário a informação de que seu site é relevante em meio aos outros resultados da busca.

Dica 3: Faça uso de palavras-chave negativas. O Google Adwords oferece a função para excluir determinadas palavras-chave. Por exemplo, se o seu site vende sapatos de grife que, naturalmente, são caros, você pode excluir palavras-chave como “menor preço” e “barato”. Portanto, seu anúncio não aparecerá se um usuário realizar uma pesquisa que envolva uma dessas palavras. Isso diminuirá suas chances de o tipo errado de cliente clicar em seu site.

Dica 4: Se o seu negócio tiver como foco apenas determinada região, certifique-se de segmentar seu anúncio para aqueles usuários que estiverem nas suas proximidades. Uma pessoa que mora em Curitiba dificilmente irá se deslocar até um salão de beleza em Ribeirão Preto, por isso é importante ter esse cuidado a fim de otimizar os seus anúncios.

Dica 5: Selecione uma página de destino relevante. Não basta direcionar os usuários apenas para a sua página inicial. Se ele não conseguir encontrar as informações que está buscando rapidamente, são grandes as chances de fechar a aba e retornar aos resultados da pesquisa. Isso não apenas vai desperdiçar o seu dinheiro, como também irá aumentar a taxa de rejeição do seu site. A melhor estratégia é vincular os anúncios para uma página que seja mais relevante para a pesquisa em questão.

 

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Dicas de Facebook Ads Para Iniciantes

O Facebook é outra ferramenta que pode trazer retornos muito interessantes para uma empresa, principalmente para as que estão começando. Assim como o Adwords, é muito importante conhecer como tudo funciona antes de investir, para não correr o risco de acabar perdendo dinheiro. Confira algumas dicas:

Dica 1: O Facebook Audience Insights é uma das melhores ferramentas que você tem à sua disposição. Ele permite que você aprenda sobre seu públicos-alvo antes de arriscar seu orçamento ou segmentá-lo. Funciona extraindo dados disponíveis no Facebook e mostrando exatamente quem faz parte do seu público-alvo, baseado nas pessoas que já curtem a sua página.

Dica 2: Uma das características mais interessantes da plataforma de publicidade do Facebook é que você pode criar dois anúncios diferentes e entregá-los a dois públicos-alvo. Ou você pode criar um anúncio e enviá-lo para dois públicos-alvo diferentes. O resultado disso é uma melhor segmentação.

Dica 3: Utilizar imagens chamativas é muito importante para que um anúncio tenha sucesso. O Facebook não permite que sejam usadas imagens que contenham mais de 20% de palavras, isso deixa claro que as imagens são projetadas para chamar a atenção, não para xibir uma mensagem.

Dica 4: É interessante colocar nos anúncios uma página de destino ao invés de apenas o link do seu site. Elas permitem que você passe uma mensagem direta, seja para divulgar um produto, uma promoção, etc. Simplesmente enviar os usuários para um site básico ou uma página de produto sem qualquer direção clara do que eles precisam fazer é um desperdício de dinheiro.

Dica 5: Finalmente, é extremamente importante que você defina um orçamento para suas campanhas. Caso contrário, vai acabar gastando muito mais do que pretendia. Felizmente, o Facebook torna isso fácil, permitindo que você use o que é conhecido como CPM otimizado. Com esta ferramenta, você está dando ao Facebook a permissão para definir os locais em que seu anúncio irá aparecer com base nas restrições e objetivos que você fornece.

 

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Usar o Google Adwords e o Facebook para promover o seu negócio pode ser muito desafiador, mas também pode ser muito gratificante se feito da maneira correta. Os sites oficiais do Adwords e do Facebook Ads podem te oferecer as informações básicas necessárias para montar as campanhas, entretanto, contratar uma agência pode ser uma forma mais inteligente para obter resultados mais significativos.

Gostou das dicas? Visite o Blog do Marcus Marques e saiba tudo o que precisa para começar o seu negócio com eficácia. Acompanhe também as minhas redes sociais e receba diariamente insights sobre empreendedorismo e negócios.

Marketing de Emboscada – O que é e como funciona?

Se você acompanhou as últimas notícias e assuntos tratados no marketing digital recentemente, certamente, se deparou com o marketing de emboscada.

É fato! Esse é um assunto em alta e potencialmente polêmico. Há quem diga que trata-se de uma estratégia inteligente e outros dizem que é o tal do marketing “malandramente.

Antes de qualquer coisa, nós precisamos dizer a você que o marketing de emboscada não é novo.

Definitivamente ele é usado há anos. Principalmente, em grandes eventos, como os esportivos.

É fã de futebol ou Super Bowl? Então você já viu o marketing de emboscada ser aplicado na prática. Mesmo que você não esteja o identificando nesse momento.

Devido às controversas e o intenso debate sobre o assunto. Nós, do Mestre do Adwords, resolvemos criar esse conteúdo para te explicar, de uma vez por todas, o que é o marketing de emboscada. E, claro, como ele funciona.

Depois de entender tudo, certamente, você terá a sua opinião formada sobre o assunto.

Vem com a gente!

 

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Porque o Marketing de Emboscada é Relacionado aos Eventos Esportivos?

Antes de te explicar efetivamente o que é o marketing de emboscada, queremos lhe mostrar porque ele é relacionado aos eventos esportivos.

Dessa forma, você já conseguirá ter uma base para entender melhor como tudo funciona.

Se você fizer uma breve pesquisa do termo, encontrará diversos materiais o relacionamento fortemente com o ambiente esportivo.

Principalmente, dentro de grandes eventos, como o Super Bowl. Além, é claro, de muita gente defendendo a prática e outros abominando-a.

Você, talvez, não entenda o porquê esse tipo de estratégia é aplicada dentro de grandes eventos, mas não tem problema, a gente te explica.

A grande razão é uma só. O ingrediente de maior força para que o marketing de emboscada dê certo é o envolvimento do público, na grande maioria das vezes, emocional.

Nos eventos de esportes, por exemplo, o público com envolvimento emocional é enorme. A grande cobertura da mídia também acaba influenciando até as pessoas que não são tão fãs de esporte ou têm um time do coração, pela visibilidade e exposição extremas.

Isso se dá pela grandiosidade do evento. Pela expectativa do enorme acontecimento, que mexe com o mundo. Esse é o caso típico da final do Super Bowl, ou jogos da copa do mundo que envolvem todas as nações.

Pense com a gente… É difícil ficar indiferente à essas ocasiões, certo? Pelos mais diferentes motivos, eles acabam atraindo atenção de todos.

O ponto é que os organizadores, patrocinadores e apoiadores desse tipo de evento possuem em mãos uma enorme oportunidade. A de anunciar em espaços que estão às vistas do mundo.

Até aqui, tudo ótimo! O “malandramente” se inicia quando outras marcas, que não estão diretamente envolvidas com o evento, começam usá-lo para atrair olhares e, consequentemente, maiores resultados.

É claro que todo mundo quer aproveitar a oportunidade, mas esse “proveito” sem contribuição não é bem visto por todos. Inclusive, pela lei.

A gente vai te explicar efetivamente o conceito dessa estratégia à seguir.

 

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Afinal, o que é o Marketing de Emboscada?

Também conhecido como ambush marketing, o marketing de emboscada pode ser definido de forma básica como uma sequência de estratégias publicitárias. Que visam evidenciar uma marca, produto ou serviço, dentro de um grande evento, de enorme repercussão, dividindo espaço com patrocinadores, sem ser um.

Simplificadamente é como fazer publicidade direta ou indiretamente apoiada ao evento de grande evidência, sem ter o direito oficial para exercer tal ação.

Como esses eventos acabam gerando grande interesse da maioria das pessoas, as empresas que anunciam no espaço vinculado a ele, possui um enorme poder de gerar impacto no consumo de seus produtos/serviços.

Basta você verificar o grande interesse que há entre as marcas, quanto ao patrocínio de um Super Bowl, por exemplo.

O custo é alto para estar ali, para ser um patrocinador oficial, mas geralmente vale a pena pagar o preço.

As marcas que ficam de fora da disputa e não conquistam o direito como patrocinador, acabaram adotando o marketing de emboscada.

Então, literalmente, pegam carona na movimentação extensa, usam o evento para ganhar maior visibilidade por meio de suas estratégias publicitárias.

Há duas formas conhecidas mais amplamente do marketing de emboscada, vamos lhe apresentar.

 

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Marketing de emboscada por associação

Aqui, a principal estratégia das marcas não patrocinadoras é se utilizar de algum elemento que interligue à sua marca ao evento.

Esses elementos podem ser desde o nome, até as cores oficiais, os mascotes, algo que remeta diretamente à ocasião.

Esse simples ato, aparentemente inofensivo, faz com que o público veja a marca vinculada ao evento, mesmo não sendo. O que impacta diretamente no seu desejo de consumo de diversas formas.

Primeiro pelo fato de achar que os produtos ou serviços ali ofertados têm aprovação oficial da organização e, segundo, pelo desejo de fazer parte, mesmo que consumindo produtos, do evento que ele está fortemente envolvido emocionalmente.

Quer um exemplo simples?

  • Imagine que estamos prestes a sediar a copa do mundo.
  • Então você e seus amigos estão escolhendo um local para assistir ao jogo do Brasil.
  • Ao pesquisar, você encontra um anúncio de um bar, oferecendo double de cerveja para a data. Com o emblema da organização da copa estampado, mesmo não sendo um patrocinador.

Isso é o típico marketing de emboscada por associação. Você pode estar pensando:

  • “Ah, mas não pode fazer isso?”.

A lei diz que não e depois falaremos mais especificamente sobre! Só que pensando friamente, você não gostaria que qualquer estabelecimento usasse o nome da sua marca para conseguir vender mais, não é?

Se ele não é associado ou patrocinador, não tem o direito de comercializar produtos ou serviços com a ajuda da sua identidade visual.

Vamos em frente…

Marketing de emboscada por intrusão

Essa vertente do marketing de emboscada é mais “malandramente” do que a anterior.

Isso porque a principal prática aplicada aqui tem a ver com participar como “intruso” na festa dos outros.

Basicamente, no marketing de emboscada por intrusão as marcas concorrentes das patrocinadoras fazem uma ação promocional/publicitária na porta do evento ou até mesmo dentro dele.

Você pode pensar: “Dentro dele, como?”.

Simples! Por meio de porta vozes que têm acesso ao evento. Como atletas que comemoram fazendo referências à um produto ou marca, por exemplo.

Por meio de convidados famosos e de forte poder influenciador vestidos com roupas ou consumindo produtos da marca.

Esse também é um caso que fere leis e é passível de multas e punições graves.

Se você não entendeu como isso pode ser proibido, a gente te mostra no próximo tópico.

Marketing de emboscada é proibido?

Como falamos anteriormente, praticar marketing de emboscada é contra a lei. Inclusive, se você for pego aplicando esse tipo de estratégia pode ser punido com multas ou detenção.

Há uma lei específica para a copa do mundo de 2014, por exemplo, que caracteriza o marketing de emboscada como crime passível de multa ou prisão de 3 mês à 1 ano de duração.

Ok! Você pode pensar que essa é uma lei específica para as Copas do Mundo. E sim, você está certo.

Mas a prática do marketing de emboscada pode ser enquadrada dentro de outras infrações, como prática de marketing abusivo e enganoso, concorrência desleal, marketing de carona. Todos descritos no código do CONAR.

 

É isso! Esperamos que esse conteúdo tenha sido imensamente relevante para você.

Ficou com dúvidas? Escreva para gente!

Até a próxima. Forte Abraço.

O que mudou na nova regra de monetização do Youtube?

O Youtube vem crescendo dia após dia, mas não só como plataforma de conteúdo audiovisual.

É que o canal de vídeos mais acessado do mundo também é uma excelente plataforma para negócios.

Você já deve ter percebido que cada vez mais, negócios vem investindo na comunicação com seu público alvo por meio dos vídeos. Além de haver muitos canais que monetizam seus conteúdos, cedendo espaço para que anúncios publicitários sejam veiculados.

Hoje, é muito fácil citar, pelo menos, uma dezena de canais que faturam alto, trabalhando com vídeos no Youtube.

Os famosos Youtubers não nos deixa mentir e o crescente interesse por esse modelo de negócio, também não.

Conseguir faturar milhares e até milhões de reais na plataforma nunca foi tão simples, como costumam contar por aí. Só que na última semana, as coisas ficaram um pouco mais complexas.

É que o Youtube anunciou uma mudança nas regras de monetização de seus conteúdos. Já podemos adiantar que não foi algo tão bem recebido por todos.

Enfim! Essa mudança vem repercutindo muito, e por saber da importância dela dentro do mercado digital, que resolvemos criar esse conteúdo para você.

Aqui, no Mestre do Adwords, você vai saber o que mudou na nova regra de monetização do Youtube.

E, claro, a partir dessa informação, saberá como agir para não deixar que ela te impacte negativamente.

Vem com a gente!

 

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Nova Regra de Monetização do Youtube

É claro que o Youtube não faria uma mudança em um dos sistemas mais lucrativos de seu negócio, só para prejudicar os produtores de conteúdo.

Então, se você está com raiva do que foi apresentado, esqueça um pouco e abra sua mente para entender melhor tudo o que está acontecendo.

Bem, é óbvio que o Youtube sabe que muita gente utiliza sua plataforma para gerar faturamento e, claro, ganhar dinheiro diretamente.

Só que desde o início, a plataforma apresenta regras e uma das mais importantes dela não estava sendo cumprida por muitos canais.

A regra infringida constantemente é a que proíbe que você reposte conteúdos, sejam seus ou de outros produtores, inclusive sem autorização, incansavelmente só para continuar ganhando dinheiro, via monetização, com o mesmo tema.

Se você leu as políticas e regras do Youtube, essa informação não é uma novidade, certo? Essa regra está dentro do Youtube Partner Program desde 2007.

Mais uma vez, esse foi só o gatilho para que a plataforma apresentasse a regra nova de monetização.

Certamente, você já deve ter ouvido:

  • “Nossa, um canal do Youtube superfamoso, com faturamento alto, foi encerrado, sem explicações, do dia para a noite”.

Não! Muito provavelmente, esse canal infringiu essa regra ou outra tão importante quanto, presente nas políticas do site.

A ideia do Youtube com a nova regra é a mesma que o Google utiliza sempre. Melhorar a experiência do usuário, aumentar a qualidade, independentemente do nível já apresentado.

A novidade vai garantir, especialmente, que casos de plágio sejam diminuídos ao máximo e conteúdos que firam o usuário de alguma forma não sejam mais presentes.

A mudança também equalizará de forma justa as chances de faturamento de novos produtores de conteúdo da plataforma.

Nesse momento, você deve estar querendo saber o que realmente mudou. Certo?

A gente lhe explica a seguir.

 

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Afinal, o que mudou na nova regra de monetização do Youtube?

Realmente, as mudanças aplicadas com essa nova regra não são detalhes meramente ilustrativos.

A notícia mais impactante é que agora, somente os canais com mais de 10 mil visualizações poderão ser monetizados.

É isso mesmo. Se o seu canal não tiver, pelo menos, 10 mil visualizações, você não poderá monetizá-lo.

É claro que há uma explicação plausível para essa medida. É que canais muito novos, podem não ser confiáveis, ou melhor, não possuem conteúdos e interações o suficiente para que a plataforma avalie a sua relevância e de seus conteúdos, perante o público alvo.

E tem mais! Um canal recentemente criado dificulta que o Youtube verifique se ele está cumprindo todas as regras de sua política.

Obviamente, você sabe que canais que não seguem as diretrizes, não podem veicular anúncios.

Segundo a plataforma, esse limite foi estipulado considerando não prejudicar os novos criadores de conteúdo.

Além dessa mudança. Ao atingir as 10 mil visualizações, a plataforma ainda fará uma verificação para saber se o seu canal está qualificado para a monetização.

Nessa verificação o principal foco será revisar os conteúdos, no intuito de entender como você agiu, se seguiu e segue as regras do Youtube Partner Program.

Se ficar confirmado que está tudo dentro do esperado, seu canal é autorizado a fazer a monetização.

Se você tem um canal, que já monetizava, mas ainda não tem os 10 mil views, os anúncios não serão mais veiculados nos seus conteúdos.

 

monetização-do-Youtube

 

E antes que você desista de tudo. Calma! A regra das dez mil visualizações não é para um único conteúdo, mas sim somando todas as visualizações dos conteúdos que disponibilizou na plataforma, no canal.

A iniciativa da empresa é para que sejam disponibilizados cada vez mais conteúdos inéditos e, sobretudo, originais. Coibindo a prática de veicular conteúdos de terceiros para gerar receita.

Além disso, o Youtube está trabalhando firme para que haja uma diminuição da veiculação de conteúdos agressores, que ferem minorias ou um grupo específico de pessoas dentro de uma sociedade.

Essa última medida é uma ação diante de outra parte dessa corrente, as empresas que anunciam na plataforma.

É que cada vez mais, elas vêm exigindo que o Youtube bloqueie esse tipo de conteúdo, sob o protesto de que não querem ser vinculadas à conteúdos extremistas, racistas, preconceituosos.

As novas regras já foram aplicadas na plataforma e, segundo informações oficiais, já estão em pleno funcionamento desde o dia 6 de abril de 2017.

Os canais que já geraram receita até a data, mesmo que não tenham os pré-requisitos para continuar monetizando, terão o faturamento mantido.

 

É isso! Esperamos ter lhe ajudado a entender o que mudou na nova regra de monetização do Youtube.

Ficou com alguma dúvida? Então deixe sua pergunta no espaço para comentários abaixo.

Desejamos-lhe sucesso sempre, a gente se vê!

Forte Abraço.

Como descrever um produto de forma atraente?

Aqui no blog do Mestre do Adwords, em muitos momentos pontuamos a importância de se colocar no lado de seu cliente, não é mesmo? Isso porque, não há uma forma melhor de entender seu pensamento e seu comportamento do que visualizando as mesmas coisas que ele visualiza.

Sabendo disso, você já deve ter percebido que antes de realizar uma compra pela internet, a primeira coisa que fazemos é buscar os melhores preços, o prazo de entrega mais curto e o local que passa mais confidencialidade.

Quando conseguimos selecionar os sites mais confiáveis, passamos a analisar outros fatores, como por exemplo, a forma com que a descrição do produto foi elaborada.

O costume de comprar pela internet ainda é um hábito novo, sendo assim, muitos ainda preferem comprar em lojas físicas pelo fato de poder analisar e pegar o produto nas mãos. No entanto, esse comportamento tem mudado, principalmente, porque na internet boa parte dos produtos costumam ser de 30% a 60% mais barato do que em lojas físicas.

Visualizando essa oportunidade, os usuários passaram a consumir mais pela internet, só que a impossibilidade de pegar o produto em mãos ainda é um grande obstáculo.

Nesse ponto há algo que pode ajudar e muito nessa decisão de compra: a descrição do seu produto.

Se ela for boa, detalhista e com uma abordagem clara sobre tudo, você já tem uma garantia maior de que as conversões vão acontecer. E isso, não apenas para o seu público alvo, o algorítimo do Google também dá maior relevância a loja virtuais, e-commerces e páginas de vendas que trazem descrições claras.

Sabemos disso, queremos te ensinar algumas formas de descrever um produto de forma atraente!

Vem com a gente?

 

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Dê destaque a palavra-chave

Você pode ter dúvida sobre qual a melhor palavra-chave, mas será que pensando bem, isso não está óbvio?

Se você está fazendo a descrição de um Iphone 7, esse é o termo principal. Se for de um Galaxy S8, esse também é o termo.

Você precisa escolher o nome do seu produto, ou um termo que remeta a ele sem pensar 2 vezes. Normalmente, ele é claro, pois é o exato nome do item que o usuário está buscando.

Encontrando qual é, coloque-o espalhado por toda a descrição:

  • Insira no título;
  • Coloque no decorrer da descrição;
  • Utilize sinônimos se for possível,
  • Utilize como Tag;
  • E se possível, nomeie a imagem com a palavra-chave.

Você vai perceber que essas pequenas ações serão fundamentais para o seu SEO e com isso, sua página ficará melhor posicionada no buscador.

Aqui vale ressaltar que é preciso ter uma utilização consciente para que a descrição não fique tão carregada de palavras-chave que torna-se incompreensível.

É possível inserir diversas vezes de forma natural e assim, descrever um produto de forma atraente.

 

Nunca copie uma descrição

Não entendemos muito essa lógica e nem porque alguns empreendedores adotam essa prática, mas ela acontecesse muito mais do que você pode imaginar.

Muitas lojas virtuais e e-commerces são criam descrições originais para seus produtos e preferem utilizar as mesmas que os fabricantes utilizam em seu site. Talvez, acreditem que deva forma estarão utilizando “descrições originais” e por isso, mais adequadas ao atendimento do cliente.

Anote esse conselho: Nunca, jamais, never… Use a mesma descrição de produtos que outros locais. Por mais que ela seja oficial do fabricante, ela já foi publicada em outros locais da internet e isso, inviabiliza totalmente a sua originalidade.

Você sabe muito bem que o Google valoriza conteúdo original e por mais que seja descrições, ela presa por isso.

Uma sacada interessante é tentar pegar a descrição utilizada pelo fabricante e reescrever com seus palavras. Dessa forma, você não precisa copiar e terá algo totalmente seu.

Caso você não se julgue apto para desenvolver essa atividade, contrate redatores freelances com experiência em descrições de e-commerces e lojas virtuais. Certamente, eles darão uma outra cara a essas descrições.

 

tablet-online-shopping

 

Mantenha a objetividade

Julgar que seu público não lê a descrição do produto é um erro muito grande. Acredite, ninguém compra algo sem ler as descrições, os dados técnicos, os itens que acompanham e qualquer detalhe que venha a mais.

Pode ser que parte até não de muita importância, mas normalmente paramos, nem que seja por poucos segundos, para avaliar se há alguma informação relevante por ali.

Então, aconselhamos que você sempre mantenha a objetividade na descrição. Não tente mudar o foco, que nesse momento é apenas o produto e mais nada.

Procure planejar a sua descrição dessa forma:

  • O início, você faz um resumo sobre o produto de uma maneira geral. Isso porque, boa parte de seus futuros clientes irá ler apenas esse trecho inicial. Então, procure ser o mais claro possível nesse ponto.
  • Nos momentos seguintes, você pode até abrir mais o assunto, até para posicionar com um conteúdos mais rico em detalhes. Só lembre-se sempre que você está passando informações sobre o produto e não contando uma história, ok?

 

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Informações que não podem ser esquecidas

Existem informações que obrigatoriamente precisam estar presentes dessas descrições:

  • Dimensões e tamanhos dos produtos. No caso de roupas e calçados, quais os tamanhos disponíveis;
  • Especificações sobre o tipo de material;
  • Se for alimento, detalhes de composição;
  • Informações sobre prazo de entrega;
  • Detalhes sobre procedimento de troca ou assistência técnica
  • A finalidade do produto;

Bom, se você está vendendo algo muito complexo ou que exige experiência, talvez seja interessante ensinar o comprador na hora da montagem ou da utilização. Isso fará com que você ganhe pontos, afinal está se preocupando com ele.

 

O que achou?

Melhore as descrições de seus produtos agora mesmo!

Você sabe o que é cliente oculto?

Toda a forma de avaliação interna de nosso negócio é muito válido para que se possa melhorar atendimento, performance e demais detalhes que de dentro ficam complexos de serem avaliados, não é mesmo?

Certamente, quando você visita uma loja, um restaurante ou um novo estabelecimento, você conseguiria apontar quais são os itens que lhe agradaram e quais são aqueles que precisam ser melhorados para que se tornem mais apresentáveis, não é mesmo?

Conseguir identificar isso soma pontos muitos importantes para a saúde de seu negócio, no entanto, por vezes, quem está dentro não consegue visualizar e acabam seguindo por caminhos errados.

Há um bom tempo o cliente secreto existe e muitas pessoas trabalham com isso como sua principal renda. Só que hoje, estamos aqui para falar sobre esse técnica na visão do empreendedor.

Muitos donos de negócios e até mesmo grandes marcas do mercado já contratam empresas especializadas nesse metodologia para avaliar o processo como um todo, sem a interferência emocional que gestores, líderes e colaboradores dão ao imprimir sua opinião pessoa.

Se você nunca ouviu falar sobre cliente oculto, mas com essa breve explicação que demos ficou encantado com a possibilidade, pedimos que fique conosco até o final.

Sabe aquele problema de processo que você não consegue identificar?

Ou então, o real motivo das vendas são ocorrem em volume?

Ou ainda, reclamações sem fim sobre sua equipe de atendimento, mesmo tendo um excelente relacionamento com todos?

Esses são apenas algumas das soluções que a metodologia do cliente secreto pode resolver para você!

O blog do Mestre do Adwords vai abrir o jogo com você e contar todos os detalhes sobre o conceito e as vantagens de utilização.

Venha conhecer de perto!

 

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O que é o cliente oculto?

O próprio nome já dá uma boa dica, não é mesmo? O cliente oculto, nada mais é que uma pessoa que é contratada de forma terceirizada que irá ao seu negócio sem dizer nada, passando-se por um cliente comum.

E quando falamos em ir ao seu negócio, podemos ser mais abrangente, pois o cliente oculto pode:

  • Utilizar seu site e identificar as principais dificuldades;
  • Pode ir ao seu restaurante e avaliar sua comida;
  • Pode entrar em contato com o SAC da sua empresa e testar seu atendimento;
  • Pode avaliar todo o processo de compra da sua loja;
  • Pode avaliar a qualidade do seu produto.

E mais uma porção de ações que irão te revelar dados bem interessantes sobre o seu negócio com uma visão de alguém que está vendo de fora, entende?

Basicamente, o cliente oculto irá avaliar o seu negócio de forma imparcial, simulando o dia a dia de um cliente seu. A grande diferença é que ao contratar esse tipo de avaliação, você não será avisado sobre quem é ele ou qual dia ele fará essa avaliação. Ou seja, não terá como “arrumar a casa” para o receber.

 

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Sabe um detetive que busca informações sobre algo ou alguém, sem dizer a sua missão? O seu principal objetivo é apontar detalhes ocultos ou possíveis problemas, sempre visando a melhoria com relação ao produto final ou ao atendimento ao cliente.

Você não irá perceber e talvez, nem passe pela sua cabeça que ele esteve ali, porém essa pessoa contratada será treinada para avaliar tudo de forma muito minuciosa, dando atenção total a cada detalhe.

As empresas que contratam esse tipo de serviço para aplicação da metodologia, normalmente tem interesse em avaliar critérios como: qualidade do atendimento, simpatia de seus colaboradores com o cliente, qualidade do produto final e problemas em meio ao processo.

Já existem diversas empresas presentes no mercado com amplo conhecimento e qualidade de aplicação. Se você fizer uma busca rápida, vai encontrar uma infinidade delas em poucos segundos.

 

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Vantagens de utilizar um cliente oculto

As empresas que trabalham com essa metodologia afirmam que negócios que investem no trabalho do cliente oculto tem a oportunidade de ver seu negócio crescer em mais de 70% ao ano. Isso porque, quem participa da aplicação vai direto ao ponto do problema, fazendo uma identificação rápida.

As vantagens da utilização são diversas, então fizemos uma lista rápida para que você possa visualizar a maioria delas:

  1. Quando você trabalha com o cliente oculto, não há como mascarar processos o ajeitar apenas no dia da avaliação. Você não saberá quando isso vai ocorrer, então não pode se antecipar;
  2. Com os seus colaboradores a mesma coisa. Como gestor ou líder, você não precisa necessariamente avisar que irá utilizar essa metodologia de avaliação. Isso fará com que todos hajam muito naturalmente, como no dia a dia de trabalho;
  3. Você vai economizar muito tempo e dinheiro, pois o avaliador será capaz de identificar e apontar qualquer tipo de problema. Tal fato fará com que você vá direto a raiz do problema, corrigindo de forma rápida, sem testes ou avaliações de possibilidades;
  4. Você não precisa realizar a aplicação da metodologia todos os meses. 1 vez por ano já é o suficiente para avaliar o padrão de qualidade. Mais saiba que marcas como Mc Donald’s, Burguer King, Café Vienã e outras líderes de mercado, apostam nessa metodologia de forma constante e rotacionada em seus franquias, pois isso garante que todas estejam seguindo o padrão de qualidade exigido;
  5. Não expõe o seu cliente real. Às vezes, seu cliente mesmo, o verdadeiro, não quer deixar algum comentário ou feedback com receito de uma exposição maior. Então, quando algo o desagrada, ele simplesmente não volta mais e suas vendas caem. O cliente oculto evita a exposição e ainda te garante solução.

Aproveite essa metodologia muito bacana e melhore os resultados de seu negócio!