Nicho Promissor Para o Seu Projeto Digital – 5 Dicas Para Escolher

Escolher o nicho certo para lançar ou trabalhar um novo projeto digital é uma ação extremamente importante para que você colha bons frutos não só a curto prazo, mas também à médio e longo.

Isso porque o comportamento de um mercado dita muito como será o desempenho do seu novo projeto. Você sabe, nesse universo, de vendas e consumo, quem manda, na maioria das vezes, é o público alvo.

É claro que suas ações de marketing ajudarão o seu projeto, principalmente na apresentação ao mercado, no aguçamento do interesse, mas para que tudo isso ocorra de forma positiva, é preciso antes estar direcionado às pessoas certas, dentro de um nicho promissor.

Com certeza você já deve ter visto excelentes produtos não venderem nada, certo?

  • Já parou para pensar porque isso acontece?
  • Como um produto efetivo, uma novidade extraordinária, uma solução poderosa pode não gerar interesse nas pessoas?
  • Como uma boa ideia pode não ter espaço no mercado?

Na verdade, na maioria das vezes, o erro não está no projeto, produto ou serviço e sim no posicionamento dele quanto ao nicho.

Se você já viu ou alguma vez teve uma ideia brilhante nas mãos e fracassou ou, até mesmo, desistiu de continuar em frente porque não soube escolher um nicho promissor, adequado, esse conteúdo é para você.

Nós, do Mestre do Adwords, vamos lhe entregar 5 dicas essenciais na hora de escolher um nicho para o seu projeto digital.

Vem com a gente!

 

Nicho Promissor Para o Seu Projeto Digital

 

Você sabia que o primeiro passo de um projeto é escolher seu nicho?

Infelizmente, muita gente não sabe, mas um dos primeiros passos de um projeto é a escolha do nicho.

Como vimos acima, muitos produtos encalham e fracassam pelos simples fato de que não estarem bem posicionados quanto ao mercado.

Então não cometa mais esse erro. Sempre que for iniciar um projeto e investir financeiramente nele, estude os prováveis nichos em que ele poderá ser inserido e trabalhado.

Você deve estar se perguntando:

  • Como eu faço para saber que o nicho é promissor e vale a pena continuar?

Lhe entregaremos as respostas à seguir.

1ª Dica – Descubra se seu projeto digital possui demanda

Ok! Você já possui uma ideia que, aparentemente, é ótima. Só que para ter certeza, você precisa descobrir se o seu projeto possui alguma demanda.

Quem lhe dirá se há interesse para a solução que você tem em mãos são os potenciais clientes, o mercado que ele provavelmente irá abranger.

Você não pode lançar algo e tentar obter sucesso, você precisa ter certeza do sucesso para então lançar algo.

Compreende a matemática dos projetos bem sucedidos?

Bem, então a primeira coisa é verificar se você possui algum concorrente, seja direto ou indireto.

Descobrindo-os fica mais simples analisar os possíveis nichos e quais deles lhe entrega maiores chances de conquistar interessados.

Nessa primeira fase a própria internet pode lhe ajudar muito. Faça pesquisas, descubra o que as pessoas buscam, quais são suas dores relacionadas ao seu projeto.

Tem uma lista de nichos em mãos? Então vamos ao próximo passo.

2ª Dica – Estude seus concorrentes

 

Nicho Promissor Para o Seu Projeto Digital,

 

Com os potenciais nichos que o seu projeto pode atender, comece a estudar os seus concorrentes.

Verifique em quais nichos eles se enquadram, se os produtos deles suprem todas as necessidades ou não.

Se os clientes estão abertos à novidades ou então descontentes com possíveis falhas nas soluções existentes. Captando essas informações, as coisas começarão a ficar mais claras.

Por exemplo, se você detectar que há um nicho com boa demanda, com poucos concorrentes diretos ou com projetos concorrentes que oferecem falhas que podem se tornar diferenciais para a sua proposta, este é um forte candidato pra que você o escolha.

Com certeza, depois de verificar essas questões, a lista de nichos prováveis diminuiu consideravelmente.

Então vamos continuar para o próximo passo de seleção.

3ª Dica – Dê preferência para nichos em que você já tem conhecimento

Para que você obtenha sucesso não basta oferecer algo de boa qualidade é necessário que você tenha habilidade e conhecimento o suficiente para ajudar as pessoas até chegar à solução.

Principalmente no mercado digital, antes do consumo efetivo da solução, as pessoas vão exigir a sua autoridade no assunto.

Por isso, na hora da escolha, coloque na balança o peso do seu conhecimento para cada um dos nichos elegíveis até aqui nessa seleção.

Dê preferência para aqueles que você tem bom conhecimento, que lhe dá a possibilidade de agregar valor ao seu público alvo.

4ª Dica – Elimine nichos que você não gosta de trabalhar

 

Nicho Promissor

 

Parece uma besteira, mas não adianta você tentar trabalhar em nichos em que você não tem afinidade.

Um projeto para ser bem sucedido precisa de paixão, pois caso contrário você não se esforçará o suficiente.

Você deve saber que para chegar ao topo, muitas vezes, temos que fazer sacrifícios, abrir mão de coisas importantes, e isso, só ocorrerá caso você acredite e ame o que faz.

Então, se houverem nichos aos quais você não gosta de trabalhar, já elimine sem pensar muito.

5ª Dica – Verifique qual o potencial de vendas do nicho

Por motivos óbvios, você precisa entender qual é o potencial de vendas dos nichos que ainda permanecem na sua seleção.

Apesar do conhecimento e paixão serem importantes, de nada adianta tê-los, se o nicho não oferece oportunidade de faturamento. Certo?

Seria esforço, trabalho, investimento de dinheiro e tempo para nenhum retorno.

Para saber qual o potencial de vendas do nicho, não basta olhar para a demanda, é preciso verificar se aqueles potenciais clientes pagariam o preço estabelecido pelo seu produto.

Primeiro se eles enxergam valor na sua solução e depois se o poder aquisitivo deles permite pagar o preço sugerido.

 

É isso! Apesar de parecer uma seleção simples, trata-se de uma equação complicada de resolver. Por isso, tenha atenção e valorize cada passo da fração.

Esperamos que você tenha curtido o conteúdo. Ficou com dúvidas? Mande sua pergunta pelo espaço de comentários logo abaixo.

Até breve!

Forte Abraço.

7 Dicas para Criar Textos Poderosos e Gerar Conexões Fortes

Você, com certeza, já sabe que os textos representam papel importante dentro das estratégias de marketing digital.

Seja para alimentar blogs, redes sociais ou para elaborar poderosas cartas de vendas, roteiro de vídeos, dentre outras peças, criar bons textos é e sempre será aquela cartada mestra que pode lhe ajudar a elevar os resultados do seu negócio.

O grande problema é que nem todo mundo tem habilidade com essa tarefa, outros também não possuem verba financeira para contratar um bom escritor.

Há também pessoas que até tem talento para escrever, mas por ser uma constante, sofre de brancos e apagões de criatividade que diminuem a qualidade da produção.

  • E agora? O que fazer nessa situação?

Se você está com problemas para criar textos poderosos, daqueles que têm o poder de gerar conexões fortes, esse conteúdo é para você.

Nós, do Mestre do Adwords, separamos 7 dicas infalíveis que vão lhe ajudar a tirar de letra essa tarefa.

Vem com a gente!

 

Criar Textos Poderosos e Gerar Conexões Fortes

 

1ª Dica – Estude o Seu Público Alvo com Regularidade

Há um erro muito comum entre os produtores de conteúdo, especialmente, quem escreve textos. Que é não estudar o público alvo ao qual o material se destina.

Na verdade o erro está em não estudar o público com uma certa regularidade.

É preciso entender que independente do alvo, nós estamos lidando com pessoas, que mudam de comportamento com o tempo, com influências do dia a dia, e, portanto, têm necessidades diferentes, desejos contrastantes.

E, claro, você sabe que os melhores textos são aqueles que conversam com as dores do público, que oferece soluções, que ajuda o público de alguma forma. Certo?

Por isso, para criar textos poderosos e gerar conexões fortes, a primeira coisa que você precisa fazer é estudar o seu público alvo com certa regularidade.

Dessa forma você conseguirá oferecer conteúdos mais atuais e compatíveis com o momento que aquelas pessoas estão vivendo.

2ª Dica – Escolha Palavras-Chave e Defina os Títulos

O segundo passo para criar textos poderosos começa na escolha das palavras-chave.

Obviamente, elas devem ser condizentes com o estudo do público alvo que você realizou no passo anterior.

Ao verificar as dores e desejos vividos pelos seus potenciais clientes, trabalhe para escolher palavras-chave de qualidade dentro desse cenário.

Esses termos também lhe darão uma direção mais acertada na definição do tema e do estilo do texto. Se ele entregará dicas, passo a passo ou dará uma notícia, por exemplo.

Após isso, chegou um dos momentos mais importantes e, muitas vezes, pouco valorizados pelos escritores: A criação dos títulos.

Os títulos, quase sempre, são os responsáveis por estabelecer o primeiro contato entre o material e seu público e, por isso, eles precisam ser claros e impactantes. Tendo a capacidade de primeiro atrair e depois gerar o desejo no alvo de querer saber mais.

3ª Dica – Inicie o Conteúdo Gerando Conexões com o Leitor

 

Gerar Conexões Fortes

 

Sem dúvidas, até os escritores mais experientes já tiveram problemas para iniciar um texto de forma mais adequada.

É que esse é um dos passos mais difíceis de dar nessa tarefa, mas não se preocupe, pois nós vamos lhe ajudar.

O início do texto, a abertura dele, é muito importante, pois, geralmente, será naquele trecho que o alvo vai definir se continua ou não até o final.

Então, o mais indicado é que você comece o conteúdo gerando conexões com o leitor.

A pergunta que não deve sair da sua mente agora é:

  • “Como?”.

Tudo o que você precisa é captar a atenção, o interesse e talvez a curiosidade de continuar.

Para tal, você deve começar seu texto mexendo com a dor ou o desejo do leitor, mostrando que você entende do que se propôs a escrever e, sobretudo, que conhece profundamente quais são as dificuldades dele para chegar à solução tão procurada.

Converse com o leitor. Faça perguntas a ele, sem dúvidas, se forem pertinentes, ele responderá a si mesmo do outro lado da tela e continuará lendo.

Sempre trate o alvo como um ser individual, desenvolvendo o texto de pessoa para pessoa. Isso automaticamente fará com que ele se conecte mais facilmente.

4ª Dica – Apresente a Sua Solução

Ainda na “introdução” do texto, quase ao final dela, você deve apresentar ao leitor a sua solução.

É, claro, ela precisa ser poderosa, algo diferente do que já existe, pelo menos, apresentada de forma mais interessante.

Mostre ao alvo algumas pistas sobre o que ele encontrará no desenvolvimento do conteúdo.

Entregue o seu segredo quanto a solução. Finalize chamando-o para conhecer tudo em detalhes.

É imprescindível que você tome cuidado para não prometer demais e acabar sendo visto com desconfiança pelo leitor a ponto dele desistir e ir embora.

Estude a melhor maneira de garantir que a sua promessa será cumprida. Uma boa forma de fazer isso é deixando claro qual é o tipo de solução, se é uma dica aplicada em seu negócio, um segredo que pode ser identificado em determinados projetos, enfim…

5ª Dica – Entregue o Que Prometeu

Agora que o leitor já aceitou estar com você, já ultrapassou a barreira da fase de abertura, chegou a hora de entregar o que foi lhe prometido.

Não esqueça de que esse texto precisa ser bem dividido, claro e objetivo. Sem enrolações ou espaço para confusões de interpretação.

Prefira parágrafos de, no máximo, 4 linhas. Frases mais curtas e divisão em títulos que deixem o texto dividido em blocos com boa leitura visual.

Os subtítulos precisam apontar o que você dirá no desenvolvimento dele, isso facilita a leitura e a deixa menos cansativa. Inclusive, dá a possibilidade do leitor ir à parte do conteúdo que mais lhe interessa.

6ª Dica – Se Despeça e Convide o Leitor à Voltar

 

Criar-Textos-Poderosos

 

Depois de fazer as considerações finais chegou a hora de se despedir do seu leitor, mas em uma relação próxima de conexão forte é importante fazer mais do que isso.

É necessário convidar o leitor a voltar, dar sua opinião e até mesmo indicar a ele outros materiais que podem lhe ser úteis.

Esse simples gesto faz com que o usuário se sinta mais próximo de você, além de aumentar as chances de que ele interaja, continue por mais tempo consumindo seus materiais, dentre outras ações que são interessantes para seus resultados.

7ª Dica – Escolha Imagens de Valor

A última dica não diz respeito a produção do texto necessariamente, mas é extremamente importante para o resultado final.

Muitos escritores deixam a escolha das imagens em segundo plano, mas esse é um erro terrível. Já que elas são um complemento muito enriquecedor para a experiência do usuário no entendimento do texto.

Por isso, ao terminar de escrever, separe um tempo para escolher imagens de valor para o seu conteúdo.

As fotos deverão complementar visualmente o que está escrito, traduzindo e até aprofundando o texto.

 

Pronto! Agora você já tem todas as dicas que precisa para criar textos poderosos e gerar conexões fortes.

Óbvio, não se esqueça de usar a linguagem do seu público e, claro, revisar o texto para que ele não contenha erros ortográficos, de digitação e outros.

Esperamos ter lhe ajudado. Dúvidas? Escreva para nós.

Desejamos-lhes sucesso sempre, a gente se vê!

Até a próxima.

Forte Abraço.

Google deixará de gerar anúncios a partir da leitura dos seus e-mails

Talvez você esteja surpreso por ler esse título, mas não porque o Google deixará de gerar anúncios a partir da leitura dos seus e-mails.

É que, na verdade, muito provavelmente, você não sabia, ou não tinha certeza, que o Google lia seus e-mails.

Se você tem uma conta de e-mail da Gmail, agora você pode ter certeza, o Google lia e sempre leu as mensagens que você trocou.

Só que não é preciso entrar em pânico. A empresa realmente lhe monitora, muito mais do que você imagina, na verdade, porém o intuito não é lhe prejudicar.

Muito pelo contrário, esse escaneamento dos seus e-mails, segundo informações da marca, sempre foi para gerar uma melhor experiência à você como usuário e consumidor.

De modo básico, o Google lia seus conteúdos de e-mail para gerar anúncios de links patrocinados mais relevantes a você.

Sabe quando você mandava uma mensagem para alguém falando de um determinado produto e momentos depois começava a ver uma dezena de anúncios sobre o item?

Calma! Não era bruxaria, nem coincidência, era mesmo o Google.

O problema é que embora esse tipo de escaneamento melhorasse a distribuição da exibição dos anúncios, isso foi muito mal visto por alguns usuários.

A alegação não é de surpreender. Os usuários reclamaram por invasão de privacidade.

Sim, como você já percebeu, o assunto é polêmico!

Nós, do Mestre do Adwords, criamos esse conteúdo para lhe informar sobre esse tema um tanto quanto complexo e ainda dizer que ao que tudo indica o Google deixará sim de gerar anúncios a partir da leitura de seus e-mails.

Vem com a gente e entenda melhor os pontos que levaram o Google a essa decisão.

 

gerar-anuncios por e-mail

 

Então o Google Lia Mesmo os Meus E-mails?

A resposta para a pergunta acima é sim! Na verdade, o que o Google sempre fez foi analisar o conteúdo dos e-mails trocados, buscando entender o contexto para, então, exibir anúncios relacionados aos seus interesses.

Segundo a empresa, isso tornava a qualidade da experiência melhor. Afinal, você só era atingido por publicidade de produtos, marcas e serviços, aos quais, por meio de suas mensagens, você já tinha demonstrado interesse.

Agora é possível que você esteja perplexo sabendo disso, achando um absurdo sem tamanho.

Só que foi você mesmo quem aprovou isso!

Não sabe do que estamos falando? Bem, então que tal ir até as políticas e termos de uso e privacidade do Gmail?

Com certeza essa possibilidade de leitura dos seus e-mails está descrita e aceita por você no momento da criação da conta.

Superado isso, precisamos lhe contar que você não foi o único a sentir que sua privacidade estava sendo invadida além do limite.

Muitos usuários reclamaram da postura da empresa ao ler os e-mails. Então o Google, ao avaliar essas queixas e outras questões, resolveu mudar a forma como analisa os sinais dos usuários no Gmail para gerar e exibir anúncios.

Google diz que deixará de gerar anúncios a partir da leitura de e-mails

Recentemente, o Google noticiou, juntamente ao seu pronunciamento sobre mudanças no G Suite, que vai parar de usar a leitura dos e-mails, no Gmail, para a geração de links patrocinados na plataforma.

A empresa afirmou que está trabalhando na revisão desse mecanismo, visando modificar a maneira como analisa os sinais dos usuários quanto a essa questão da exibição de anúncios contextuais.

O pronunciamento ocorreu junto a notícia das mudanças no G Suite não foi à toa. É que o Gmail dentro da plataforma já não fazia essa espécie de escaneamento para exibir anúncios por contextualização.

Ao contrário do que muitos esperavam, ao invés de implementar a leitura no G Suite, o Google afirmou que irá eliminar de vez o escaneamento, incluindo as contas gratuitas da sua plataforma de e-mails.

Sem dúvidas você deve estar se perguntando porque a empresa resolveu mudar isso agora, não é?

Vem descobrir!

 

gerar-anuncios por e-mail

 

Porque o Google vai parar a leitura dos e-mails para gerar anúncios contextuais?

Com tudo que falamos até aqui, você já tem noção de, pelo menos, um dos motivos pelos quais o Google decidiu mudar nesse ponto. Certo?

É que embora o serviço agrade muito os anunciantes, gerando mais vendas e conversões de maneira geral, a prática não agradava muito os usuários comuns, que sentiam que estavam tendo sua privacidade violada.

Segundo informações da empresa, o Google Adwords passou por uma análise profunda, onde a visão foi bastante focada sob a real necessidade de exibir anúncios relevantes.

É claro que essa necessidade sempre foi mantida preservada para garantir dois lados importantes dessa cadeia:

  • Os anunciantes: Que com anúncios exibidos com base no interesse do usuário, possui retornos sob os investimentos sempre melhores e atraentes financeiramente.

 

  • Os usuários: Que são submetidos à visualização, apenas, de anúncios ligados aos seus produtos, marcas e serviços de interesse demonstrado anteriormente. O que eleva a qualidade da experiência no geral.

 

Uma solução perfeita, não? Só que as coisas mudaram e o Google soube entender isso.

Apesar de manter no Google Adwords a base, onde utiliza o comportamento do usuário na rede, determinando seus principais interesses a partir de assuntos relacionados, pesquisados, para exibir anúncios mais relevantes. A empresa percebeu que aplicar isso no Gmail avançava alguns sinais.

Os próprios usuários do Gmail demonstraram ao Google a sua insatisfação com a prática. E, claro, que isso pesou, pois poderia fazer com que as pessoas optassem por outra plataforma para criarem seus e-mails.

 

gerar-anuncios

 

Então muito em breve, as contas de e-mail da marca, até mesmo nas versões gratuitas, não terão mais suas mensagens “lidas” com o objetivo de gerar anúncios contextuais.

Se você é um anunciante, não precisa ficar chateado. O Google manteve a possibilidade de que você possa anunciar no Gmail.

Os conteúdos dos e-mails não serão mais utilizados, mas em troca os sinais contextuais dos usuários serão lidos através do histórico de pesquisa no buscador e do histórico de consumo de conteúdo do Youtube.

É isso! A solução encontrada pelo Google, ao que tudo indica, consegue continuar agradando aos dois lados tão importantes dessa cadeia de relações, o anunciante e o usuário consumidor.

E aí, o que achou da novidade? Deixe seu comentário.

Até a próxima!

Forte Abraço.

Marketing de Afiliados – O Que É e Como Funciona?

O marketing de afiliados está muito em alta há algum tempo. Muitos dizem ser um mercado cheio de oportunidades e outros ainda nem o conhecem.

O que podemos lhe dizer é que, muito provavelmente, você ouvirá falar bastante sobre esse setor hoje e nos próximos anos.

Nós não sabemos exatamente se este é o seu primeiro contato com o termo ou se você está procurando mais informações sobre o que se trata, pois pretende trabalhar nessa área.

O que nós, do Mestre do Adwords, podemos lhe garantir é que, independente do seu caso, se você está tentando entender mais profundamente o marketing de afiliados, chegou ao lugar certo.

Nesse conteúdo, feito especialmente para você, a gente vai lhe contar de forma simples e objetiva o que é o marketing de afiliados, como ele surgiu e como funciona.

Vamos nessa?

 

Marketing de Afiliados,

 

Como surgiu o Marketing de Afiliados?

Antes de ser um setor muito promissor no Brasil, o marketing de afiliados nasceu lá nos Estados Unidos, com uma das gigantes do mercado digital, a Amazon.

Foi a enorme varejista digital que começou a oferecer o serviço, possibilitando que a estratégia crescesse e chegasse à outros países, como o Brasil.

Visto como uma solução ou evolução das ferramentas do marketing digital tradicional, essa modalidade surgiu por conta do aumento da concorrência e dos custos por clique.

Bem, como sabemos, as soluções iniciais para anunciar digitalmente eram por meio de banners veiculados em portais e grandes sites, o que era um privilégio de anunciantes de grande porte, pelo custo.

Com o passar do tempo, a chegada do Google democratizou mais a possibilidade de anunciar na internet, com valores de investimentos acessíveis e diferentes formatos dos anúncios.

Só que o crescimento da concorrência tornou novamente a solução mais cara, especialmente, em alguns setores. Além disso, para obter resultados interessantes, exigia-se muito tráfego, o que dificultava alcançar o ROI ideal.

A partir da busca de novas soluções para a publicidade digital surgiu o marketing de afiliados.

Essa modalidade não visa mais o enorme volume de tráfego indiscriminadamente, mas um tráfego de qualidade.

A rentabilidade é mais facilmente alcançada, afinal, a maior preocupação dos anunciantes é oferecer campanhas segmentadas capazes de satisfazer as necessidades de uma cadeia de afiliados.

Basicamente, podemos dizer que o marketing de afiliados trabalha mais com a credibilidade do publisher, que também pode ser visto como um vendedor.

Por exemplo:

  • Na prática, o anunciante tem um produto X.
  • O publisher tem credibilidade no nicho X.
  • Então ele se afilia ao anunciante e passa a ser uma espécie de vendedor do produto X, oferecendo-o à sua audiência.
  • Nesse caso, o tráfego dele pode não ser enorme, mas como ele tem credibilidade, o seu público confia nas soluções indicadas por ele.
  • Então automaticamente as conversões acontecem.
  • O anunciante recebe o pedido e paga a comissão ao publisher.

É claro que é necessário trabalhar com conteúdos segmentados e produtos condizentes para que a audiência seja qualificada e tudo se torne mais simples na hora da conversão, pela geração natural do interesse.

Se ainda não está tão claro, não se preocupe, lhe mostraremos o que é o marketing de afiliados à seguir.

Afinal, o que é marketing de afiliados?

Antes de irmos direto ao ponto, precisamos lhe explicar alguns termos que são muito utilizados nesse meio, inclusive, eles serão muito úteis na hora de entender como funciona o marketing de afiliados.

No marketing de afiliados os anunciantes são as lojas online e infoprodutores do varejo dentro do mercado digital.

Os Publishers são os famosos influencers e produtores de conteúdos online. Sejam para blogs, sites, Youtube, redes sociais, entre outros.

 

 

As plataformas de programas de afiliados é o que o próprio nome sugere, uma plataforma com recursos para gerenciamento das vendas, tanto para os anunciantes, quanto para os Publishers.

Tudo explicado! Então, afinal, o que é o marketing de afiliados?

Basicamente, o termo também conhecido como Affiliate Marketing, pode ser considerado como uma modalidade do marketing digital.

Onde o publisher trabalha divulgando produtos ou serviços de um anunciante e é comissionado para tal.

Esse anunciante, geralmente, trabalha com uma ou mais plataformas de afiliação. Que também funcionam como uma espécie de vitrine para Publishers, que escolhem os produtos que deseja promover na plataforma.

A comissão do publisher pode ser paga por diversas formas, desde cliques até vendas, tudo irá depender da proposta do anunciante.

Resumidamente, podemos dizer que o marketing de afiliados é um sistema de marketing digital fundamentado na performance.

Se uma loja online ou infoprodutor oferece uma comissão à Publishers para divulgarem e venderem os seus produtos ou serviços, podemos dizer que eles possuem um programa de afiliados.

De maneira geral, o marketing de afiliados visa impulsionar a interação e as vendas de maneira natural.

Como funciona o marketing de afiliados?

Como você já deve ter percebido, o marketing de afiliados funciona basicamente com três pilares. O anunciante, o publisher e a plataforma de programas de afiliados.

Os anunciantes podem ser grandes marcas, como o submarino.com, até pequenos infoprodutores. Bastando que eles ofereçam uma comissão para os publishers que divulgarem e venderem seus produtos.

 

Marketing-de-Afiliados

 

A plataforma de programas de afiliados é uma espécie de espaço para gerenciamento dessas campanhas, tanto pelo lado do publisher quanto pelo anunciante.

Geralmente, um publisher escolhe as marcas para se afiliar por meio dessas plataformas. Que disponibilizam páginas individuais contendo todas as regras para afiliação, as formas de comissionamento, formatos de anúncios e outras ferramentas que facilitam toda a ação.

Por hoje é só! Se você quer saber mais sobre o marketing de afiliados fique atento, pois em breve disponibilizaremos um conteúdo exclusivo lhe apresentando as principais plataformas de programas de afiliação, as formas de comissão mais comuns, entre outras coisas importantes dentro desse mercado.

Ficou com dúvidas? Então, venha conversar com a gente! Será um prazer poder lhe ouvir e quem sabe ajudar. Agora chegou a hora de colocar a mão na massa.

Desejamos-lhe sucesso sempre, a gente se vê.

Até breve.

Forte Abraço.

Vai Criar um Site Mobile? – 5 Dicas para Evitar Erros Comuns

Nós já estamos cansados de saber que atualmente ter um site que se adapte ao mobile perfeitamente é extremamente importante.

Também não é novidade para ninguém que os acessos via mobile só crescem, ultrapassando quase todos os outros dispositivos.

Isso se dá pela forma com que as pessoas estão se comportando na hora de navegar na rede online.

E claro, se os usuários preferem os dispositivos móveis, os negócios precisam estar preparados e adaptados às novas exigências, caso contrário, haverá muitas perdas.

O Google, o maior buscador do mundo e uma das maiores plataformas de anúncios do planeta, também indicou em suas ações a relevância do mobile no mercado digital.

Além de “reformular” algumas bases de seus rankings de classificação de relevância, a empresa lançou uma ferramenta exclusiva de análise de desempenho dos sites para desktop e mobile, o PageSpeed, e, claro, iniciou o movimento mobile first.

Essa iniciativa trata-se de incentivar que todos comecem a criação de seus sites pensando primeiramente nos dispositivos móveis e não o contrário, como acontecia antes, quando o desktop liderava entre os dispositivos de acesso à internet.

Até aqui, sem problemas, certo? As tecnologias evoluem, as pessoas mudam, a forma de consumo se modifica e os negócios precisam se alinhar para continuar atendendo as demandas de seus potenciais clientes.

O grande problema disso é que muita gente ainda comete erros nessa adequação.

Por pura e simples falta de conhecimento e prática, acabam criando sites mobile cheios de problemas que geram perdas significativas de oportunidades, clientes, dinheiro e tempo.

Se você vai criar um site mobile ou está em meio ao processo, esse conteúdo foi feito pensando em lhe ajudar.

Nós lhe mostraremos ao longo desse material o que você precisa saber para executar essa tarefa de forma mais perfeita possível.

Confira as 5 dicas para evitar erros comuns na criação de um site mobile que preparamos!

 

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Você Sabe O Que É Um Site Mobile?

Antes de irmos direto às dicas, precisamos nos assegurar de que você sabe exatamente do que se trata um site mobile.

Pode parecer uma besteira à primeira vista, mas acredite, muitos erros são cometidos simplesmente pelo fato das pessoas entenderem o conceito de forma equivocada.

Bem, um site mobile também pode ser nomeado como mobile friendly e nada mais é do que um site comum com a capacidade de se adaptar às pequenas telas, em grande maioria, dos smartphones e tablets.

Você pode estar pensando:

  • O site mobile então é qualquer site responsivo?”.

A resposta é não. Na verdade há diferenças e elas estão justamente na criação desse site.

O site mobile é feito desde o seu início pensando na facilitação da navegação e de modo geral na experiência do usuário que o acessam via esses dispositivos.

O que não acontece necessariamente em um site responsivo, apesar de ser um equívoco.

O mobile friendly visa oferecer uma espécie de site nativo para as telas dos smartphones, desenvolvendo conteúdos, botões e design exclusivamente a eles.

Há mais uma diferença grande entre o site mobile e o responsivo, o primeiro costuma ter um subdomínio, sendo uma outra versão daquele feito para o Desktop.

Provavelmente você já deve ter acessado um site no seu smartphone em que o link era parecido com “m.nomedodominio.com.br”. Este é um site genuinamente mobile.

Os sites que simplesmente se adaptam à todas as telas são os conhecidos responsivos. É claro que eles não devem diminuir a qualidade da experiência do usuário, mas como eles não foram criados exclusivamente para as pequenas telas, essa tarefa se torna um pouco mais difícil.

Por isso, o site mobile muitas vezes é mais recomendado. Apesar de também não ser algo tão simples de desenvolver.

Quer uma prova de que muitos negócios ainda não estão preparados para essa nova realidade? Então responda as seguintes perguntas:

  • Você já entrou em um site pelo seu smartphone e não conseguiu ler nada porque tudo estava distorcido, grande ou pequeno demais?
  • Você já esteve em um site com tantos botões e banners que você ficou perdido e irritado que logo fechou a página?

Se a sua resposta foi afirmativa para pelo menos uma das questões, então você acaba de comprovar o que acabamos de dizer acima.

Se você não quer perder clientes e conversões por conta de equívocos na criação do seu site mobile, confira as nossas dicas à seguir.

1ª Dica – Avalie Até Os Pequenos Detalhes

Criar um site exclusivamente à navegação mobile não é tão simples, mas é possível.

Por isso, a primeira coisa que você precisa fazer é analisar todos os detalhes que irá compor esse ambiente.

Desde o design geral, até aqueles que serão aplicados nos botões. A sua principal missão é oferecer uma excelente experiência de navegação ao usuário.

Uma excelente maneira de ter um bom julgamento do seu projeto é testá-lo em seu celular, pensando até mesmo em como o usuário irá segurar o aparelho, por exemplo.

 

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2ª Dica – Pense na Navegabilidade

É importante que você entenda que a navegação via desktop é totalmente diferenciada do mobile.

Um usuário à frente de um notebook ou computador de mesa, por exemplo, tem aparatos como o simples mouse que acabam por facilitar a navegação ao longo dos seus materiais e páginas.

Já no mobile, apesar da praticidade, os recursos se resumem basicamente à rolagem manual da tela, com as mãos mesmo.

E essa simples diferença muda totalmente a maneira como um usuário se comporta em seu site.

Por isso, pense bem nesse ponto. Facilite todo o processo, apele mais para atributos visuais e que melhorem a navegabilidade, tornando-a prática e mais intuitiva.

Um conselho muito válido: Não exagere! Um site clean e bem servido de informações relevantes já é um grande candidato à dar conta do recado.

3ª Dica – Ofereça Rapidez e Boa Fluidez

 

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Uma das coisas mais importantes de um site mobile é a velocidade de carregamento de suas páginas.

Afinal, isso é uma das premissas básicas para garantir uma excelente experiência ao usuário.

O Google, por exemplo, utiliza a velocidade de carregamento das páginas como fator de ranqueamento.

Então fique muito atento à esse atributo. Evite redirecionamento da página de destino, fotos muito pesadas, plug-ins desnecessários e outros pontos que atrasam seu carregamento.

O Google PageSpeed pode lhe ajudar a entender se o desempenho do seu site mobile está dentro do esperado, além de indicar possíveis erros que podem ser corrigidos para oferecer uma melhor experiência ao usuário.

 

É isso! Agora chegou a hora de colocar a mão na massa e dar um passo rumo à um volume maior de conversões.

Se ficou com dúvidas, mande seus questionamentos para nós!

Até mais.

Forte Abraço.

Native Ads – O Que É e Porque Utilizá-lo em Sua Estratégia?

Muito provavelmente você já teve contato com o Native Ads já faz tempo, mesmo nem sabendo ao certo do que se trata.

Como quase tudo, em todas as áreas, as coisas são recicladas, transformadas e reutilizadas.

Sabe aquele conhecido jargão da moda que é até mesmo utilizado no design dos mais diferentes produtos, em que os conceitos e tendências sempre voltam?

Isso também vale para o marketing, só que nesse caso, muitas coisas do marketing off são trazidos para o digital, com uma modificação ou outra, mas na essência continuam sendo iguais.

Esse é o caso do Native Ads, uma estratégia muito disseminada no marketing tradicional, desde que os anúncios nas revistas e jornais tornaram-se febre.

Apesar de muita gente dizer que o marketing off morreu, nós acreditamos que ele se transformou. Há quem diga que ele evoluiu, quem sabe…

O que temos certeza é que muitos atributos iniciados e disseminados lá, no marketing, muitas vezes, visto como desatualizado e dispare com a realidade de consumo atual, hoje, estão grandiosamente vivos, inclusive, no digital.

O Native Ads, por exemplo, possui enorme poder para conquistar potenciais consumidores no ambiente online. Você sabia?

Não se culpe por não saber, afinal, você não é o único. Muito pelo contrário, muita gente não faz ideia de que esse “conceito” poderia estar impulsionando muito os seus negócios e abrindo um leque de oportunidades.

Foi pensando em ajudar nesse sentido que nós, do Mestre do Adwords, resolvemos criar esse conteúdo.

A ideia é lhe contar de modo simples e objetivo do que se trata o Native Ads e porque utilizá-lo.

Vem com a gente, pois já iremos começar.

Anote tudo!

 

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Native Ads – O Que É?

Há grandes chances de você ficar muito surpreso quando lhe contarmos o que é o Native Ads.

Isso porque, como dissemos acima, trata-se de uma estratégia amplamente utilizada pelo marketing off-line, em quase todas as revistas e jornais.

Então, se você, ao menos, uma vez, já leu uma revista ou jornal físico, foi atingido pelo Native Ads.

Não está acreditando? Então vamos lá!

O Native Ads também conhecido por Native Advertising é uma estratégia onde se cria e disponibiliza conteúdos que misturam a publicidade com informações editoriais.

De maneira mais simplificada, a publicidade nativa (Native Ads) é um conteúdo publicado em canais de entretenimento voltados à disseminação de informações, como blogs, sites, mídia social, onde sua principal base é a mescla da publicidade com o editorial.

Falando bem basicamente poderíamos definir o Native Ads como uma publicidade “disfarçada” (ou natural?) com informações relevantes.

Sabe o Publieditorial? O famoso #Publi que aparece frequentemente nas mais diferentes redes sociais?

Esse também é um Native Ads, podendo ser apresentado nos mais diferentes formatos. Textos, vídeos, fotos e mais.

Quer descobrir mais sobre em quais bases de criação o Native Ads deve estar inserido?

Então confira a seguir.

As Bases da Criação dos Conteúdos Native Ads

Para criar um conteúdo dentro das premissas do Native Ads, a primeira coisa que você deve ter em mente é que ele não pode ser um material como outro qualquer.

Pelo contrário, ele deve ser criado exclusivamente para um público alvo, respeitando, inclusive, a linguagem desse grupo e do canal onde ele será publicado.

O padrão visual desse conteúdo também deve seguir a linha editorial do canal de veiculação.

Por isso, muitas vezes, os conteúdos Native Ads são produzidos em parceria entre o anunciante e o canal onde ele será publicado.

 

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A estrutura básica dele é a informação relevante combinada com conteúdo publicitário, podendo ser a promoção de um produto, serviço, marca, empresa, pessoa pública, enfim…

Obviamente, inclusive seguindo a legislação, esse tipo de material precisa ser identificado como “publicidade”, para que não gere indução à equívocos por parte do usuário.

Então você pode encontrar diversos Native Ads marcados como “Publieditorial”, “Publi”, “Conteúdo Patrocinado”, entre outras variações.

Porque Utilizar o Native Ads em Sua Estratégia?

Embora esse tipo de conteúdo precise de investimentos mais altos do que os outros formatos, a justificativa é plausível e animadora.

O que estamos querendo dizer é que, dependendo do seu objetivo, investir um pouco mais em uma estratégia com Native Ads vale a pena.

A justificativa quanto ao preço maior que outros formatos de publicidade é que é preciso lançar mão de um trabalho mais personalizado. Exigindo redatores ou produtores de conteúdo que trabalhem em conjunto com o anunciante e seus objetivos.

 

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Na verdade, como falamos anteriormente, esse tipo de conteúdo precisa oferecer informações verdadeiramente relevantes aos usuários do canal onde ele será veiculado, então o produtor precisa trabalhar mais próximo, à fim de captar essa “necessidade” do consumidor.

A parte animadora também nasce dentro dessa particularidade, do trabalho mais personalizado.

Bem, o Native Ads é ótimo para negócios que estão buscando se aproximar e conquistar seu público alvo e, claro, consequentemente, aumentar seu volume de conversões.

Você pode estar se perguntando:

  • “Porque o Native Ads tem mais potencial que os outros modelos de publicidade?”.

Pelo menos, nessa situação, o Native Ads acaba sendo mais permeável no ambiente em que vivemos atualmente. Onde a internet está absolutamente repleta de publicidade.

Como somos bombardeados todos os dias com bilhões de anúncios, muita gente, tornou-se blindada ao impacto dessas peças, ignorando-as automaticamente.

Só que por ser algo mais natural, sem aquele rótulo comum da propaganda, o conteúdo do Native Ads não são repelidos automaticamente pelo público alvo.

Esses materiais acabam sendo vistos como mais um conteúdo editorial do canal, agregando qualidade na experiência do usuário e não interrompendo a sua navegação, causando incômodo.

É claro, para ter esse efeito, você deve oferecer um conteúdo realmente de valor. Com informações interessantes, dicas, soluções, melhores práticas, enfim, que agregue positivamente à experiência do usuário.

A abordagem natural e personalizada são os grandes segredos desse tipo de material.

 

Curtiu o conteúdo? Esperamos que ele tenha sido imensamente útil a você.

Ficou com dúvidas? Mande sua pergunta nos comentários, será um prazer poder lhe ouvir.

Até breve!

Forte Abraço.

Como Definir o Preço do Meu Infoproduto? – [3 Dicas Valiosas]

Não tem jeito, sempre que se trata do mercado de afiliados e infoprodutos, essa dúvida surge.

Os profissionais iniciantes e até os mais experientes constantemente se perguntam:

  • Como definir o preço do meu infoproduto?”.

É claro que seguida dessa pergunta, muitos outros questionamentos são feitos em um turbilhão de informações.

Uma situação complexa, é verdade, porque na maioria das vezes os profissionais não sabem ao certo o que deve ser considerado para essa precificação ficar adequada e colocar o infoproduto em um potencial de vendas em seu mercado.

Não é exagero afirmar que a maioria dos infoprodutores não sabem nem ao certo por onde começar essa precificação.

Isso não deve ser vergonha para ninguém, muito menos sinal de incapacitação, afinal, como costumamos falar aqui, no Mestre do Adwords, o preço do produto não necessariamente é o valor dele. Na verdade, quase nunca.

Nessas situações descobrir os pontos que devem ser levados em consideração na análise dessa precificação fica ainda mais difícil.

  • Será que o público alvo enxerga que o valor desse infoproduto é muito maior do que o preço estipulado para aquisição dele?

As variáveis para estipular o preço, muitas vezes, estão bem além do custo da produção. Até o marketing acaba tendo peso nessa decisão.

O posicionamento do seu produto no mercado de atuação, a persona, a sua marca, a solução que ele resolve em si… Enfim!

Foi pensando em lhe ajudar nessa tarefa que resolvemos elaborar esse conteúdo.

A ideia é lhe passar algumas dicas que servirão como chave mestra para definir o preço do seu infoproduto.

Independente do nicho, da solução, posicionamento de marca e tudo mais. Com essas dicas bases, você terá em mãos um mapa do que levar em conta na hora de precificar um produto digital.

Ficou interessado? Então não fique em desvantagem e vem com a gente!

 

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Quais São as Bases Avaliativas Para Definir o Preço do Meu Infoproduto?

Antes de partimos para as dicas em si, precisamos deixar claro quais são as bases avaliativas que iremos usar de modo geral nessa precificação.

Você deve saber que a primeira base é o seu mercado e as adjacências dele. Como os seus concorrentes e seu próprio público alvo.

Isso deve ser levado em consideração para que seu infoproduto tenha poder competitivo e esteja adequado as percepções de valores e custos do público alvo.

Não adianta você estabelecer um preço alto ou baixo demais, pois isso pode não lhe posicionar bem, fazendo com que ou as pessoas não enxerguem seu valor ou desconfiem da qualidade do que está oferecendo.

Esse nivelamento é tão importante quanto oferecer algo relevante. Ok?

A segunda base é a financeira. Nesse caso, estamos nos referindo aos seus custos de produção, as possíveis despesas ao longo desse processo, e, claro, o lucro que você pretende alcançar.

Obviamente, os custos de produção, despesas variáveis do processo e o lucro almejado devem estar alinhados com o seu mercado de atuação e adjacências.

A razão para isso é muito simples. Se você não tiver uma perspectiva de lucratividade, por exemplo, condizente com o nível de interesse do seu público alvo no seu produto, em relação aos seus concorrentes, muito provavelmente você terá mais custos do que ganhos.

 

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Então a recomendação aqui é, antes de qualquer coisa, até mesmo do início da produção do seu infoproduto, estudar o seu mercado. Verificando:

  • O interesse do público alvo no seu produto.
  • O quanto a sua solução é percebida como valor.
  • Quais são seus produtos concorrentes e como eles são precificados.

Entre outras coisas que podem influenciar diretamente no seu produto, preço, interesse e nível de competitividade em seu mercado.

Até mesmo o seu marketing pode influenciar esse ponto. Afinal, dependendo de como você posicionar o seu produto, ele pode ter um maior ou menor preço.

Então pense no conjunto, estude o público alvo profundamente, claro, sem esquecer do mercado que pretende atuar.

Agora vamos entender de forma mais aprofundada os pontos de análise para a precificação do seu infoproduto.

1ª Dica – Analisando os Custos Fixos de Produção do Meu Infoproduto

Agora que você já tem as informações do mercado e do público em mãos, chegou o momento de analisar os custos de produção do seu infoproduto.

Dentro dessa relação, é necessário considerar:

  • Materiais utilizados para a produção: Como trata-se de um produto digital, você não tem como considerar a matéria-prima, uma vez que na maioria das vezes não é utilizado nenhum material físico. Então inclua custos como assinatura de plataformas ou softwares necessários para criar o seu produto e desgastes dos equipamentos utilizados para a produção.

 

  • Mão de Obra: Se você tem funcionários que vão produzir seu infoproduto, aqui deve ser incluso o custo de tê-los nessa jornada. Seja um freelance ou contratado. Caso a produção seja feita totalmente por você, procure estipular o valor da sua hora de trabalho e então calcule de acordo com o tempo que precisou para criar seu infoproduto.

2ª Dica – Gastos Mutáveis

Essas análise deve ser feita em separado aos dos custos fixos de produção, pois eles são gastos mutáveis.

Isso quer dizer que há variações dependendo do volume de vendas, então é necessário ter um cálculo para ficar na zona segura, independente, de quantos produtos forem adquiridos.

Você deve considerar, por exemplo, se paga comissão para afiliados, taxas bancárias, impostos e outras despesas variáveis, como custo de comissão para a marketplace.

 

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3ª Dica – Estimativa de Lucros Sob o Investimento

Esse é um dos pontos avaliativos que você deve mais tomar cuidado. Lembra que falamos no início sobre o nivelamento e adequação com o mercado?

Então, toda essa análise deve ser levada como base aqui. Além disso, todos os itens anteriores, como o custo de produção e gastos mutáveis também precisam ser considerados.

É claro que o melhor seria poder ter altos lucros, mas você deve ser realista, para não oferecer um preço alto demais, ao qual seu público alvo não esteja disposto à pagar. Ou muito distante do praticado pelos seus concorrentes e, então, você perca poder competitivo.

Na hora da realizar a estimativa de lucros sob o investimento verifique, além dos itens anteriores citados:

  • Qual o preço mais alto que o alvo pagaria pela sua solução.
  • Qual a porcentagem mínima de lucro que você precisa ter.
  • O nível de penetração e aceitação do seu produto quanto ao público alvo.
  • O preço médio praticado no mercado concorrente.

Se esse produto for criado individualmente, olhe também para o quanto você consegue produzir. Se você trabalha produzindo produtos constantemente, relativize a capacidade de produção entre este e outros produtos que já tenha feito.

Isso te dará uma noção quanto a estimativa de lucro que você deve ter de forma mais real. Afinal um produto que te tira a capacidade de produção de maneira mais ampla deve ter um retorno sob o investimento maior.

Além de todos esses pontos, você também deve considerar qual o nível de autoridade que a sua marca representa na sua área de atuação.

Isso pode influenciar fortemente no preço do seu produto, fazendo com que ele seja maior ou menor. Dependendo do nível de confiança que sua marca já possui.

 

É isso! Por hoje é só. Esperamos ter lhe ajudado. Dúvidas? Venha bater um papo com a gente.

Até a próxima.

Forte Abraço.

Google PageSpeed – Potencialize o Desempenho do Seu Site

Há poucos dias, nós criamos um conteúdo para lhe explicar de forma simples e objetiva o que é o Google PageSpeed e como ele funciona.

Além disso, a nossa proposta também incluía lhe dar algumas dicas de como utilizar a ferramenta ao seu favor.

Por se tratar de um conteúdo com evolução técnica, nós, do Mestre do Adwords, lhe prometemos um novo material para lhe dar dicas mais aprofundadas sobre a utilização do Google PageSpeed.

Então hoje, nós, orgulhosamente, cumprimos a nossa promessa com você.

Aproveite todo material e saiba como trabalhar com o PageSpeed e potencialize o desempenho do seu site.

Vai ficar parado aí?

 

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Usando o Google PageSpeed ao Seu Favor

Convenhamos, atualmente, temos um mercado digital imensamente povoado por sites, blogs, conteúdos dos mais diferentes formatos.

Então, com tamanha concorrência, não é tão simples conquistar o destaque necessário para obter resultados positivos.

Você precisará ter cuidados maiores para que o seu site tenha potencial de crescimento.

O PageSpeed pode ser usado ao seu favor em alguns desses requisitos, inclusive, muito importantes para chegar lá.

Se você nos acompanha, já está saturado de saber que investir no relacionamento e na boa experiência do usuário é essencial, afinal, você até pode conseguir atrair muito tráfego, mas se não tiver um site de boa qualidade, com bom carregamento e navegabilidade, eles irão embora sem pensar duas vezes.

O que estamos tentando lhe dizer é que para ter sucesso não basta nutrir o seu site para os motores de busca e promovê-lo em meios como o Adwords e o Facebook Ads, por exemplo, é preciso se preocupar também com a saúde estrutural dele.

Como já sabemos, o tempo de carregamento do seu site e boa navegabilidade estão previstas dentro do grupo de requisitos para oferecer uma boa experiência ao usuário.

Isso porque ninguém mais quer perder tempo e isso inclui não ter que esperar para acessar páginas na internet.

Talvez você não esteja enxergando a grandiosidade disso por não estar olhando o todo. Um site lento aciona um efeito cascata de diversos prejuízos.

Um site de carregamento lento faz com que usuários abandonem o seu site frequentemente, fazendo a sua taxa de rejeição ser absurdamente alta e, consequentemente, sua taxa de conversão ser pavorosa.

Com essas métricas, inevitavelmente, o seu site perderá posicionamento no ranking do Google, ficando menos visível aos usuários e, claro, em queda livre de modo geral.

Sem dúvidas você deve estar se perguntando agora:

  • “O que eu devo fazer para melhorar o tempo de carregamento das minhas páginas?”.

Antes de apelar para o Google PageSpeed, não podemos deixar de dizer que um host de qualidade também tem grande impacto quanto a isso. Um armazenamento em cache também é importante.

Saindo do óbvio o PageSpeed pode lhe ajudar a descobrir os pontos falhos no desempenho do seu site quanto ao tempo de carregamento.

É bem importante que você tenha noções técnicas básicas, como desenvolvedor, para entender os resultados e não gerar erros ainda piores no seu site.

O próprio Google Insights oferece alguns materiais que podem lhe ajudar com pistas sobre como proceder na maioria dos casos.

Vamos entender sobre como resolver alguns problemas apontados pela ferramenta?

Google PageSpeed – Como Interpretar os Problemas Detectados?

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Ótimo, você entrou na plataforma ou baixou a extensão do PageSpeed no seu navegador e consultou o seu site.

Então percebeu que os resultados são separados em duas abas, o mobile e o desktop.

Em cada uma delas são apontados erros e pontos específicos à serem otimizados para cada dispositivo de acesso.

De maneira geral, os profissionais desse meio consideram uma boa pontuação de classificação 80/85 ou mais. Só que dificilmente os sites conseguem conquistá-la, por diversos fatores.

Na maioria dos casos vale a pena tentar melhorar a pontuação, mas como dissemos acima, é preciso que você saiba interpretar os resultados para não prejudicar outros atributos importantes da sua estratégia.

Então vamos lá, queremos lhe dar exemplos da necessidade de interpretação caso à caso! Ao consultar seu site, o PageSpeed pode lhe apontar dois erros que não necessariamente indicam que as suas páginas estão lentas:

  • CDN – (Redes de distribuição de conteúdo): Pode ser que a ferramenta aponte que o seu CDN está deixando seu site lento, mas isso pode ser um falso positivo. Na verdade um CDN de qualidade pode diminuir a sua pontuação no PageSpeed só que a razão real, na maioria das vezes, é que essa rede de distribuição utiliza JS para fazer seu site funcionar corretamente e sabemos que o Java Script não é bem visto pelo Google.

Nesse caso é importante que você avalie muito bem. Já que um bom serviço de CDN é imprescindível para deixar seu site mais veloz. Talvez a solução seja trocá-lo por um que não utilize JS.

  • HTML Minification: É bem comum que o PageSpeed lhe indique a minificação do HTML. Obviamente, trata-se de uma boa prática, mas não gerará grande impacto na velocidade do seu site, apenas irá ajudar na sua pontuação da ferramenta.

Você deve estar curioso para saber quais indicações realmente otimizam as páginas do seu site. Certo?

Então confira à seguir o que preparamos para você.

Google PageSpeed – Como Otimizar o Seu Site a Partir dos Erros Apontados?

 

Google PageSpeed

 

É claro que os resultados apontados no Google PageSpeed é relevante, podendo lhe ajudar a otimizar o desempenho do seu site.

Só que para você ter uma visão e um entendimento mais amplificado de todos os aspectos positivos ou negativos do seu site, indicamos que você utilize também outras ferramentas de análise, talvez, um pouco mais completas. Como GT Metrix e o Pingdom.

Se você perceber os seguintes problemas, é importante o esforço para corrigi-los:

  • JS e CSS não compactados: Há plug-ins interessantes para WordPress, por exemplo, que podem lhe ajudar muito nessa compactação. Como o WP Super Minify, JS & CSS Script Optimizer e outros.
  • Strings de Consulta: Elimine-os sempre que for possível dos recursos estáticos, como CSS e JS.
  • Imagens sem Compressão: As imagens podem pesar muito no carregamento dos sites, por isso, é imprescindível compactá-las. Há diversos plug-ins de qualidade para lhe auxiliar nessa tarefa. Como o WP Smushit.
  • Não Aproveitamento do Cachê: O WP Super Cache pode lhe ajudar de forma simples e prática a melhorar a performance do seu site. Isso porque ele gera arquivos de HTML estáticos dando prioridades de processamento à eles ao invés dos scripts PHP.
  • Texto, html, JS, CSS e XML Sem Compressão: Utilize plug-ins como o WP Score Booster para ativar o GZIP. Isso não só aumentará o desempenho do seu site, como também eliminará os strings de consulta dos recursos estáticos.

Além dessas possíveis correções é muito importante que você desabilite o modo revisão do seu WordPress, tenha somente plug-ins e temas necessários instalados, escolha um bom host e CDN.

É isso! Esperamos que esse material tenha sido de grande relevância para você.

Ficou com dúvidas? Venha conversar com a gente ou mande sua pergunta.

Desejamos-lhe sucesso sempre, a gente se vê.

Forte Abraço.

Branded Content – O que é e como pode ajudar o seu negócio?

É possível que você nunca tenha ouvido falar em Branded Content ou se ouviu, não sabe exatamente o que ele significa.

Isso acontece porque apesar de não ser algo tão novo assim, muita gente ainda faz confusão sobre esse método do marketing.

Antes de seguirmos, precisamos que você responda duas perguntas:

  • Você procura por uma maneira eficiente de conversar sobre a sua marca com seus potenciais consumidores?
  • Você confunde Branded Marketing com Marketing de Conteúdo?

Se você respondeu sim para, ao menos, uma dessas perguntas, esse conteúdo foi feito para você.

Hoje, nós, do Mestre do Adwords, iremos lhe apresentar o Branded Content e, possivelmente, tirar as principais dúvidas sobre o assunto.

Nós sabemos que esse termo gera equívocos e o problema dessas confusões é que elas acabam resultando em enormes perdas para o seu negócio.

O Branded Marketing é inovador e eficiente, porém se você não souber utilizá-lo de maneira adequada, a primeira consequência será o afastamento do seu negócio dos seus clientes.

  • Está disposto a arriscar quanto à isso?

Se a sua resposta for não, siga com a gente e entenda de modo simples, prático e rápido tudo sobre o Branded Marketing.

Preparado? Vamos direto ao ponto.

 

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Afinal, o Que É o Branded Content?

O termo em inglês, Branded Content, como você já deve desconfiar tem tudo a ver com o conteúdo.

Só que por outro lado, há grandes chances de que você esteja fazendo a ligação equivocada, mas calma, isso é extremamente comum, apesar de prejudicial aos seus negócios.

Como dizíamos acima, muitos iniciantes e até profissionais experientes fazem confusões com o termo.

Bem, de maneira geral, o Branded Content trata-se de uma ação de marketing executada por uma empresa à fim de promover ao seu público alvo conteúdos sobre a sua marca.

Se fossemos traduzir o termo para o português, ele teria um significado parecido com “Conteúdo de Marca”.

Precisamos lhe dizer que muita gente depois que conhece esse conceito passa a fazer a grande confusão de achar que o Branded Content é o mesmo que o Marketing de Conteúdo.

Então antes que você chegue a essa conclusão equivocada, fique sabendo que os conteúdos feitos dentro do Branded não são indeterminados.

Na verdade, eles precisam seguir alguns padrões e regras. Um conteúdo para esse tipo de estratégia precisam ser ultrapersonalizados, isso quer dizer, produzidos sob os interesses das personas do público alvo do seu negócio.

Além disso, os conteúdos precisam estar obrigatoriamente ligados ao seu negócio, ao seu mercado de atuação. Obviamente, eles precisam ser de imensa qualidade e relevância.

Sem contar que, ao contrário de outros tipos de materiais, os conteúdos do Branded Content têm uma exposição maior quanto à marca, empresa.

Neles, não basta só colocar o nome do seu negócio, é preciso oferecer informações úteis e interessantes, visando oferecer ao público alvo uma espécie de entretenimento.

Esse tipo de estratégia pode ser abrangente quanto aos formatos. Sendo expansível às redes sociais, aplicativos produzidos para a promoção dos conteúdos, entre outros.

Pode ser que nesse momento você esteja se perguntando:

  • “Ok! Mas qual é a diferença entre o Branded Content e o Content Marketing?”.

Vem descobrir!

 

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Quais são as diferenças entre o Branded Content e o Marketing de Conteúdo?

Para acabar com essa dúvida tão comum, nós resolvemos dedicar um tópico exclusivo ao assunto nesse conteúdo.

Acreditamos que a confusão começa primeiramente por conta dos termos serem muito parecidos, especialmente quando eles são utilizados no inglês.

É bem fácil confundir o Branded Content com o Content Marketing quando eles são apresentados assim. Não é verdade?

O segundo motivo pela confusão é que as duas estratégias de marketing têm como ponto central o conteúdo, mas não se engane, apesar de serem muito eficientes, elas são diferentes sim.

Antes de falar exatamente quais são as diferenças, precisamos ressaltar que as duas estratégias usam o conteúdo em favor da marca, a grande diferença está em como isso é feito.

O Content Marketing, por exemplo, usa os conteúdos de maneira mais abrangente, para objetivos opostos.

Isso quer dizer, que facilmente você encontra empresas que trabalham o marketing de conteúdo para aumentar seu volume de vendas, para atrair mais tráfego, para geração de leads, entre outros.

Já o Branded Marketing é utilizado única e exclusivamente para promover uma marca. Em um conjunto de ações baseados em conteúdos de valor e de entretenimento que leva em consideração o posicionamento da empresa quanto ao seu público alvo.

Resumindo, o Branded Content se utiliza de conteúdos para posicionar a marca frente ao seu público alvo em um mercado. Visando ampliar a percepção e o entendimento quanto à sua identidade.

Há ainda mais uma diferença bem contundente entre as duas estratégias. O tempo da obtenção de resultados.

Enquanto o Content Marketing atrai resultados de forma mais lenta, médio/longo prazo, o Branded Content oferece resultados mais imediatos, porém bastante temporários.

Por isso, ele precisa ser utilizado para casos específicos, quando é necessário “aproveitar” de assuntos que estão em alta no momento.

 

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Quais São as Vantagens de Utilizar o Branded Content?

Provavelmente você já deve ter captado algumas vantagens de utilizar o Branded Content. Certo?

Nós, do Mestre do Adwords, queremos lhe mostrar um pouco mais sobre as possibilidades quando você adota essa estratégia em seus negócios.

A primeira coisa que você precisa saber é que o Branded Content oferece à sua marca a possibilidade de se aproximar muito mais dos seus consumidores, gerando conexões mais fortes.

Se você deseja apresentar ao seu público quais são os valores, conceitos, missões, entre outros quesitos de posicionamento da sua empresa, essa é uma das maneiras mais adequadas.

Os conteúdos produzidos pelos parâmetros do Branded Content ainda têm o poder de captar a atenção e gerar mais engajamento, afinal, você estará originando conexões por meio de identificação com a sua marca, não só com produtos e serviços.

Se você busca destaque na sua área de atuação, essa estratégia de marketing pode lhe ajudar, inclusive, lhe tornando uma autoridade em determinados âmbitos.

 

Conseguiu entender o Branded Content? Esperamos ter lhe ajudado. Dúvidas? Escreva para nós.

Forte Abraço.

Você sabe o que é SEM (Search Engine Marketing)?

Há grandes chances de você já ter se deparado com essa sigla tão famosa no mercado digital, mas também há enormes possibilidades de que você não saiba exatamente do que ela se trata.

A verdade é que estamos vivendo em um universo cada vez mais inserido no digital, então as novidades são mais constantes e permeáveis à vida real.

Devido a essa realidade, saber do que se trata o SEM é extremamente importante, principalmente, se você tem um negócio.

Agora, por exemplo, você está na internet, lendo conteúdos em busca de informações que, potencialmente, te ajudem a entender melhor o mundo dos negócios na era digital. Certo?

Arriscamos dizer que você pode estar procurando conhecimento para iniciar seu investimento no marketing digital ou para aprimorá-lo.

Se esse é o seu caso, é muito importante que você conheça o SEM (Search Engine Marketing) mais profundamente, pois assim seu negócio terá mais chances de prosperar.

Sim. Esse conteúdo foi feito para você. Nós vamos lhe ajudar nessa empreitada.

Vem com a gente!

 

Search Engine Marketing

 

Search Engine Marketing (SEM) – O Que É?

Como você já pôde perceber, o SEM é a sigla utilizada para denominar o Search Engine Marketing, que traduzido para o português, quer dizer, mais ou menos, Marketing para Mecanismos de Busca”.

Nesse momento seu cérebro deve estar lhe emitindo um alerta:

  • Ué, mas isso não é o famoso SEO?”.

Calma! Você irá entender melhor um pouco mais adiante…

Bem, de modo básico, o SEM pode ser classificado como um grupo de práticas de marketing aplicadas diretamente no digital.

O objetivo desse grupo de ações é promover um site, blog ou páginas internas nos buscadores, como o Google, por exemplo.

É nesse momento que você vai entender melhor esse conceito, já que o SEM de forma geral, é dividido em duas partes. A primeira é o SEO e a segunda são os links patrocinados.

Provavelmente você já entende bem essas categorias, mas não custa explicar novamente, caso você tenha dúvidas:

  • SEO (Search Engine Optimization): Conjunto de técnicas do marketing digital que visam a otimização de sites e páginas para os buscadores. Essas técnicas são mais focadas nas palavras-chave, conteúdo, links, redes sociais, arquitetura de links, usabilidade dos usuários e etc.

O SEO tem grande peso dentro do SEM, sendo um dos responsáveis por trazer excelentes resultados no médio/longo prazo em relação ao volume de tráfego de seu site.

  • Links Patrocinados: Também conhecido como links pagos, trata-se dos anúncios, como o do Adwords ou Facebook Ads. Essa também é uma forma de promover seu site, mas nesse caso você precisa pagar às plataformas para exibir seus anúncios.

Dentro do SEM ele tem uma grande representatividade na obtenção dos resultados à curto/médio prazo, porém se o investimento cessar, os números também param de crescer.

Qual a diferença entre SEO e SEM?

Search Engine Marketing,

Como falamos acima, a primeira diferença entre essas duas siglas é que o SEO é parte do SEM.

O SEO é um conjunto de técnicas de marketing para o mercado digital que visa melhorar o posicionamento de páginas e sites nos buscadores, como o Google.

Esse conjunto de técnicas do SEO são mais voltadas aos resultados orgânicos das buscas. Isso quer dizer, resultados não pagos.

A outra parte já é totalmente o oposto, já que as técnicas visam os resultados patrocinados, os famosos anúncios. Eles têm o poder de trazer resultados mais rápidos, porém pouco duradouros, caso o investimento não seja constante. E, claro, precisarão de investimento financeiro mais direto.

Para que você entenda melhor essa diferença, vamos explicar como é composta a SERP.

Não deve ser novidade para você que a SERP é formada por dois tipos principais de resultados. Certo?

Quando uma busca é feita pelo usuário, aparece o bloco de resultados orgânicos e o bloco dos links patrocinados.

Os anúncios sempre são exibidos na parte superior ou na lateral, dependendo da classificação e as vezes configurações.

É óbvio que os sites e páginas só podem aparecer no bloco dos links patrocinados se estiverem pagando ao Google, mas todos os sites podem aparecer nos bloco dos resultados orgânicos, se estiverem otimizados para os motores de buscas.

Para que seu site domine as primeiras posições orgânicas dos buscadores, as técnicas de SEO são imprescindíveis.

Já para ser exibido nos links patrocinados não basta pagar, é preciso também estar de acordo com alguns outros fatores de classificação do ranking.

Como sempre recomendamos aqui no Mestre do Adwords, a melhor forma de conquistar sempre resultados positivos é trabalhar de forma complementar com esses dois mundos.

O ideal é usar a totalidade do SEM em suas estratégias, assim, seu negócio estará preparado em ambas as partes.

Porque devo trabalhar o SEM?

Search Engine Marketing.

Lá no início desse conteúdo, nós comentamos sobre estarmos em um mundo cada vez mais digital, certo?

Essa realidade faz com que o modo de consumo das pessoas de modo geral também se volte à esse universo.

Isso quer dizer que o crescimento do consumo na internet é inevitável e muito nítido. É improvável que as pessoas não busquem soluções para as necessidades de sua vida real na internet, sejam por meio de aquisição de produtos, serviços ou, simplesmente, por conteúdos.

Uma empresa que não tem sua presença online bem desenvolvida hoje, é invisível a uma grande parcela dos consumidores atuais.

Por isso, você deve trabalhar o SEM. Isso fará com que você seja encontrado por potenciais consumidores, ganhe visibilidade e consequentemente conquiste melhores resultados.

Quando você tem um bom posicionamento orgânico e ainda promove sua marca, produtos, serviços, via links patrocinados, basicamente, seu negócio chega mais longe.

Atraindo maior tráfego ao seu site, outras ações se tornam mais facilitadas, como a captação de leads e, claro, a geração de conversões.

 

É isso! Esperamos que esse conteúdo tenha sido imensamente relevante para você.

Ficou com dúvidas? Então mande sua pergunta nos comentários ou venha bater um papo com a gente pelas redes sociais do Mestre do Adwords.

Desejamos-lhe sucesso sempre, a gente se vê!

Forte Abraço.